quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

21\01\2016

Agora falando sério...
A manutenção da taxa de juros está sendo comemorada: um fio de esperança? Mas os deuses que se denominam anonimamente, o Mercado, desaprova e ameaça com seus raios da ira. E a imprensa criminosa vai desempenhando o seu papel. Quer implantar, pela força da repetição, a mentira avalizada pela tática do fato consumado: reclama da intervenção do Governo nas decisões do Banco Central, como se de uma vez por todas esse órgão governamental fosse independente. Não basta a autonomia que se permite ao BC, o que não se confunde com independência. Essa independência seria clara e ostensivamente anticonstitucional, submetendo a vontade do povo, através de quem este elegeu para governar, aos interesses nojentos da Banca Internacional e da Máfia.
Um Ministério da Justiça competente, exigiria a retificação das linhas tortas de O Estado de São Paulo, um jornal que já teve sua seriedade arcaica,e cada vez mais se aproxima da Folha da família Frias.
20\01\16

Meus adoráveis babelescos, só lembrando aqui...
As eleições municipais estão próximas, muito mais do que distrações possam nos sugerir. São Paulo será decisiva nesse que é o primeiro degrau rumo a 2018. Haddad está humanizando a cidade é merece ser reeleito.
O que não cabe é criticá-lo em função do movimento que luta pelo "passe livre". Em si, um movimento muito justo, mas também utópico no momento.
O que não se comenta: as empresas fornecem por imposição legal o "vale-transporte" e os estudantes são subsidiados em 50%. Haddad diz a verdade, quando alerta para o fato de que mais da metade da população não é atingida pelo aumento de tarifas.
Quanto a lembrar a figura sórdida das empresas de transporte, em todas as cidades brasileiras, muito bem, vamos acusar e lutar contra o que está acontecendo em pequenas, médias e grandes cidades. Mas, por que identificar culpa em Haddad? Isso interessa a quem?
Pra pensar...