terça-feira, 22 de março de 2016

HEGEL, MARX, ENGELS E FHC
A falsa cultura de um trio desastrado de procuradores de Justiça de São Paulo permtiu que se confundissem Hegel e Engels, passando-se a atribuir ao primeiro parceria com Marx. Os autores desse pastelão pífio não se desculparam, entendendo que o que importava é conseguir prender o Lula, o resto sendo "frescura" (e afinal, "alemão é tudo a mesma coisa").
Karl Marx de fato doutorou-se em Filosofia na Universidade de Berlim, onde Hegel marcou a sua presença, fazendo-se um dos maiores filósofos alemães. E Marx foi influenciado por ele na sua obra de juventude, aquela que FHC terá estudado em jovem, na na Maria Antônia, como aprecia contar sempre. Engels também estudou na mesma Universidade. Os dois, Marx e Engels, encontraram-se em 1843, fazendo-se parceiros em escritos e amigos no âmbito familiar.
Marx, aproveitando-se de viagem da esposa, Lenny, manteve um caso de amor com sua empregada, que engravidou (terá FHC se inspirado no autor estudado na juventude?). Engels salvou o amigo, adotando o menino. Um caso de paternidade assumida, mas não real. Novas semelhanças? Bem mais tarde, uma das filhas de Marx, sem que tivesse havido qualquer delação premiada, e nem confissão da mãe, que de resto não era jornalista. Engels acompanharia Marx até a sua morte, cuidando da publicação de seus escritos, inclusive concluindo a obra maior do seu pensamento, o "Capital". Nota-se com muita facilidade que só mesmo ausência completa da cultura que se alardeou explica a troca de alhos por bugalhos. Como festivais da boçalidade sempre incorporam uma dose de humor, teria sido mais razoável que tivessem associado Marx a FHC, compondo-se então um ménage a trois: Marx, Engels e Fernando Henrique.
Na foto: Marx, Engels, Lenny e as duas filhas de Marx