quarta-feira, 30 de novembro de 2016

30\11\16
Será que Michel Temer se imagina mandando no povo? "Interlocutores do presidente reforçam que o próprio Michel destacou que os protestos não deveriam ser violentos, mas salientam que há sim um temor de que o último episódio possa inflar os atos que estão sendo convocados para o dia 4, em São Paulo" Os protestos estão sendo e precisam ser violentos. Fuja Michel,vai, siga o exemplo de Fulgêncio Baptista.
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Não adianta Temer tentar mudar sua imagem. Ele é um edifício comprometido pelo incêndio da corrupção.Será implodido rapidamente. Diz a imprensa: "Sob o risco do ressurgimento das manifestações de rua, em defesa do "Fora, Temer", o presidente resolveu lançar vacinas para blindar o governo e, na tentativa de mostrar que não é conivente com falcatruas, admitiu a possibilidade de solicitar ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) que grave todas as suas audiências públicas." 
As manifestações de rua já voltaram e com grande força. 
Fica claro: não existe governo Temer, o que existe é o DESGOVERNO MICHEL.
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Afinal,o que está acontecendo com o apto do Guarujá que o Lula havia comprado? Quem arrolou testemunhas de acusação contra ele? Todos depondo em favor de Lula? Sergio Moro está sendo traído pelo Ministério Público; ou simplesmente pelos seus sonhos eróticos? As testemunhas fora compradas? Só sei que o Brasil brasileiro pede urgente: #ForaTemer... Gilmar quer cassar você.
Que esse seja o fim inglório do: VAI PARA OS EUA,VAI! MORO das Arábias...

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Deltan Dallagnol é um débil mental imbecilizado por fanatismo religioso. Vai prá rua, vai, oh! nazifascista adoidado. " Apresentadas como medidas anticorrupção, na verdade, essas propostas dizem respeito a alterações no Código de Processo Penal, na legislação penal e civil, que visam primordialmente reduzir os marcos do direito de defesa e intensificar os mecanismos de acusação. Se aprovadas, produzirão como efeito prático o favorecimento do discurso acusatório e da persecução estatal contra o indivíduo, reduzindo o âmbito de incidência dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição." Mas não foram aprovadas, para desespero da corrente histérica que exala desde Curitiba.