sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

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02\12\2016
FHC e o nepotismo: O filho de FHC, Paulo Henrique Cardoso, está sendo acusado pela prática de lobby, interferindo na seleção e empresas a serem contratadas. O nepotismo do "príncipe dos sociólogos" teve seu capítulo mais deprimente, com o genro David Zylbersztajn ,nomeado como primeiro diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo, assim que esta foi criada, em 1998, e reconduzido ao cargo em 2000. Esse ato de FHC não foi enfatizado pela imprensa e muito menos recebeu a crítica que caberia ser feita. David liderou a quebra do monopólio da Petrobras na exploração do petróleo no Brasil, realizando o primeiro leilão de áreas de exploração aberto à iniciativa privada, nos dias 15 e 16 de junho de 1999. Sua separação da esposa Ana Beatriz Cardoso, filha do então presidente, em maio de 2001, antecipou sua saída da chefia da ANP. Embora seu mandato lhe garantisse a permanência no cargo até o final de 2005, com a saia justa do descasamento o próprio David Zylbersztajn renunciou em setembro de 2001. O genro que FHC colocou na Agência Nacional do Petróleo. (Não, naturalmente, por nepotismo, mas por mérito, ainda que o mérito, e com ele o emprego, pareça ter acabado junto com o casamento com a filha de FHC.)
Zylbersztajn é, hoje, consultor na área de petróleo. Seus clientes são, essencialmente, empresas estrangeiras interessadas em fazer negócios no Brasil no campo da energia. Algum problema? Não. E vale a pena lembrar e comentar. Isso explica a postura de FHC, pondo-se como cão-de-cego para Jose Serra, acompanhando-o em todos os momentos e lugares. Enfim, é um retrato 3x4 da "máfia do petróleo", a que derrubou Dilma Rousseff e vai se apossando do pré-sal.

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Matéria de hoje que estragou o café da manhã dos coxinhas:
A gestão do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), recebeu nesta quarta-feira, 30, um prêmio de US$ 5 milhões para implementar um projeto de agricultura local que será desenvolvido em Parelheiros, região periférica da zona sul da capital.
A cidade concorreu com outras 289 cidades, entre elas as finalistas Santiago, Bogotá, Medelin e Guadalajara - cada uma também ganhou R$ 1 milhão. O Prêmio Mayors Challenge 2016 reconhece iniciativas municipais que promovem o desenvolvimento urbano sustentável.
A verba será utilizada para investir no projeto "Ligue os pontos". A plataforma digital deve envolver produtores, distribuidores e consumidores envolvidos na cadeia de agricultura familiar de Parelheiros, distrito com 40 mil pessoas.
A proposta da ação será facilitar e ampliar a distribuição do alimento produzido pela agricultura rural até a mesa das crianças nas escolas.
“O projeto apresentado por São Paulo busca multiplicar por três vezes a renda de famílias em situação de grande vulnerabilidade social, inserindo-os na cadeia produtiva agrícola de uma metrópole com 22 milhões de habitantes. Este projeto é uma simples plataforma de encontro entre produtores e consumidores e oferece ao poder público municipal uma preciosa ferramenta de articulação de ações setoriais para formular políticas públicas integradas", disse o prefeito.

O prêmio é promovido pela Bloomberg Philanthropies, do magnata e ex-prefeito de Nova York, Michael Bloomberg. Entre as finalistas, a capital colombiana Bogotá apresentou um projeto de educação no transporte escolar. Santiago inscreveu a atividade física nas escolas como forma de combater obesidade de estudantes e professores.
A cidade mexicana de Guadalajara mostrou um banco de dados para processos de licitação pública. Já Medellín, município colombiano, apresentou um banco que permitiria pequenas operações de crédito sem burocracia e que elimina a presença do agiota, figura normalmente associada ao tráfico de drogas.
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Comparação de remuneração paga à ministros do TCU aos serventuários do Ministério Público e da Justiça no Mato Grosso. Esses serventuários ganham o que não se pode e não se deve pagar: são pagos para servir, sem dúvida,não à Justiça, mas aos coronéis que monopolizam o poder de mandar e desmandar no Estado. Quanto aos ministros do TCU,ou ministros do nada, políticos em fim de carreira, nomeados para ganhar aposentadoria, antes servindo aos interesses do partido que os ajeitou,esses não precisariam existir, deveriam ser extinto.

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A imprensa exulta e se apressa em divulgar a expulsão da Venezuela do Mercosul. Jose Serra provoca inveja e causa "água na boca" nos que serviram a FHC mas não chegaram lá: Celso Lafer! 
As alternativas são tristes: ou o Brasil, somando-se à Argentina e Paraguai, numa nova "tríplice aliança", sofre uma derrota diplomática humilhante, imposta por Uruguai e outros países ainda independentes; ou os EUA vencem,sendo a exclusão da Venezuela o primeiro capitulo da implosão do Mercosul.
Por acaso... seria a vitória política da democrata Hillary Clinton!