terça-feira, 6 de dezembro de 2016

06\12\16
RENAN CALHEIROS, o pequeno coronel do PMDB, vindo das Alagoas, é político exemplar do "manonismo" que ainda saqueia os Estados do Nordeste. É um ser humano desprezível, como se evidenciou em 2007 : Foi Presidente do Senado Federal do Brasil de 2005 até 2007, quando renunciou ao cargo. A crise começou em 25 de maio, com a circulação da notícia sobre o pagamento da empresa Mendes Júnior à ex-amante de Renan, e perdurou até 11 de novembro, quando ele renunciou à Presidência do Senado.
As denúncias começaram com a revelação, em reportagem de capa da revista Veja, de que a empreiteira Mendes Júnior pagava 12 mil reais por mês à jornalista Mônica Veloso. Segundo a revista, Mônica foi amante de Renan com quem teve um filho A partir de então, uma sequência de denúncias na mídia relatou: a compra de rádios em Alagoas, em sociedade com João Lyra, em nome de laranjas;o ganho com tráfico de influência, junto à empresa Schincariol, na compra de uma fábrica de refrigerantes, com recompensa milionária; o uso de notas fiscais frias, em nome de empresas fantasmas, para comprovar seus rendimentos; a montagem de um esquema de desvio de dinheiro público em ministérios comandados pelo PMDB; e a montagem de um esquema de espionagem contra senadores da oposição ao governo Lula. Ao todo, houve seis representações no Conselho de Ética do Senado do Brasil, por seus pares, pedindo a
Em dezembro de 2016, por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou réu por peculato. Pouco antes, Em novembro, o STF formou maioria para que réus não possam fazer parte da linha sucessória do presidente da República, mas o julgamento foi interrompido depois de pedido de vista do ministro Dias Toffoli. Marco Aurélio foi um dos seis ministros do STF que já votaram pelo veto aos réus na sucessão de Michel Temer. No passado, Renan foi salvo pelo corporativismo dos senadores amigos, que usaram do voto secreto para livrá-lo. Hoje, estava sendo salvo pelas mãos de Dias Toffoli. Renan Calheiros está sendo afastado da presidência do Senado, para que se cumpra uma regra de bom-senso elementar: um réu não pode ser substituto eventual do Presidente da República. Mas isso está acontecendo agora, quando ele, por motivação absolutamente pessoal, leva o documento neo-fascista do Ministério Público ao fracasso, ao mesmo tempo criando condições para o naufrágio do juiz Moro, ao submete-lo às garras de Gilmar Mendes. Não nos esqueçamos: Brasilia guarda segredos não menos do que sórdidos.


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É para ter medo, sim. A Globo, no meu entender, já tomou posição, pela volta dos Militares. Não estão com o PSDB e muito menos com o PMDB. Estão com a "máfia do petróleo". Sei que a História não se repete, mas: em 1954, morto Getúlio, assumiu Café Filho, um precursor do Michel Temer. Quando começou a enfiar os pés pelas mãos, o General da Espada de Ouro o tirou de lá. Carlos Luz assumiu e começou a tramar com Lacerda. De novo, o General desembainhou a espada, assumindo assim o único catarinense, Nereu Ramos, feito então presidente. Admitido meus credos na total inapetência dos militares de hoje pelo poder, o que eles não suportam é a "bagunça" dos Geddeis da vida.