sábado, 22 de abril de 2017

QUESTÃO DE AMOR PRÓPRIO

Muitos de nós estamos sentindo e manifestando estranheza pela não reação social ao nefando golpe que se praticou quase que às claras e com patrocínio financeiro semelhante ao de 1964 (dólares americanos a generais). Ficamos todos, por sermos individualmente desarmados e despreparados para ações de força, abatidos por ver que as instituições que nos poderiam proteger são aderentes à infâmia dos canalhas que subverteram a ordem democrática, quiçá republicana, por seus intuitos de poder pessoal ou de lacaios que pretendem obter favores dos patrocinadores. Onde o valor e presença de justiça quando seus ministros, do decano ao calouro, estão na torcida organizada e dando ajuda imoral a tudo? Onde todas as chamadas forças armadas que deveriam zelar pelos valores, bens e honra do pais se ocultam para confabular como agradar ao invasor e disfarçadamente dão pirulitos ao seus filhotes como quem passa a mão em agrado ao seu 'pet' para agradar  ao dono? Nem os Sindicatos que deveriam ter mais sensibilidade pela proximidade de seus filiados - todos roubados como cidadãos, eleitores e contribuintes - agem em defesa de quem sempre os sustentou... É mais do que uma desilusão!  Tem sabor de abjeta traição e inversão de todos os valores e da pátria a que, até por egoísmo deveriam querer manter.   Após a decepção vem naturalmente a reflexão, a análise de como e porque chegamos ao descalabro vigente.  É de nos fazer sofrer e ter humilhação, mas sem aceitação nunca poderemos tirar o pé do lamaçal em que nos metemos.  A verdadeira causa de tudo provém de falta de amor próprio!!  Simples assim, mas se compara ao que se observa na opção pela prostituição que campeia em todo o território e em todas as classes sociais, à bajulação ou puxa-saquismo que vai dos altos a baixos servidores públicos ou privados para obtenção de restos dos pratos ricos. Sendo a sociedade a projeção dos cidadãos que constituem, acaba sendo a somatória exata de todos os que nessa formação se deliciam em ser dóceis e fâmulos de seres estúpidos que ocasionalmente estão em situação de poder. Não prestigiam valores e sim dinheiro ou prestigio formal e vaidades. Nem há racionalidade!  Um empresário ficaria sustentando algum empregado ocioso que se apropria até dos grampeadores ou canetas do seu escritório? Um cidadão sustentaria sem reclamar se seu cunhado viesse toda semana usar seus ternos, beber e comer e ainda furtasse o cofrinho ou medalha de ouro de seu filho? Quem tolerasse o empregado ladrão ou cunhado safado demonstrariam exata falta de amor próprio. Tanto como quem prestigia vagabundos lhes dando diretrizes ou ordens por arbítrio. E, como age nossa sociedade? Acha simplesmente normal ou natural que em pais que dá como salário mínimo oficial um centésimo do que paga a nababos com títulos de "nomenklatura"´pomposos como MAGISTRADOS, PROCURADORES, MINISTROS cujos cargos ainda tem a insolência de se auto proteger com licenciosidade de mil benesses além de vitaliciedade!  Isso o que é senão a aceitação de um escravismo ? Que valor REAL tem para com a sociedade esse verdadeiros marajás, aproveitadores do erário, de produtividade nula ou próxima disso e que ainda se dão como EXCELÊNCIAS E DOUTORES (de fancaria)...   Se vivemos sob tal organização social, que admite essa servidão dos que trabalham e sustentam o país, podemos ter títulos de otários que sustentam os vadios que, sem escrúpulos, se valem dessa inconsciente baixa auto-estima.
Daí, o que passamos - bem próxima de suicídio por auto desprezo mantido em nosso cotidiano. Essa a resultante inescapável da reflexão da hecatombe sofrida e que está corroendo todas as conquistas duramente copiadas de outras nações e que ainda nos davam foros de dignidade e ilusão de ter país sob império de Justiça, democracia ou valores legítimos.  Ou ACORDAMOS E REAGIMOS DESTES NOSSOS VÍCIOS DISFARÇADOS DE LEGAIS ou optamos pela prostituição moral e material que é a servidão prestada a MARAJÁS INDIGNOS.


DA GLORIFICAÇÃO DA COVARDIA

Como pessoalmente não tenho pendores por tietagem ou sequer acompanhar vidas de "estrelas" de TV. Sou de quem opta por nem ler revista de sala de espera por ter desprezo aos seus conteúdos.   Não obstante essa posição não pude deixar de tomar conhecimento da  personagem que se evidencia por graça desgraçada de mídias. Sem saber de onde veio e quem era li sobre o fato de esse cafajeste ter regido o coro de infames que tiveram o desrespeito máximo de um cidadão de vaiar sua presidenta (esta representante de TODA A NAÇÃO, com autoridade conferida pois pelos brasileiros e não por grupelhos de pulhas). Tal ato que com incrível covardia de policia e todas as demais autoridades do país passou sem qualquer registro ou punição. Mas a ninguém deve ter escapado de julgamento de covardia. Agir sob proteção de malfeitores adrede instruídos para envergonhar o país em comemoração internacional reflete intenção DOLOSA de sabotar a honra nacional.  Onde ficaram todos os fardados e policiais do país nesse evento ? Não consegui ouvir ou ler NADA que registrasse a menor reação. E era esse gesto um sinal que se mostrou semelhante aos fogos de artifício que meninos de morro com favelas do Rio de Janeiro usam para avisar a chegada de polícia. Papel de moleque a serviço de criminosos, sem dúvida!  Acabei , após ter tomado conhecimento desse imundo procedimento a curiosidade de fixar o nome e saber de sua ação de "oferecer" brasileiras como prostitutas aos estrangeiros que visitavam o Brasil por ocasião de outro evento (ou já havia isso antes?). E com requinte de incluir a empresa que o contrata para tais crimes já que se identificava seus dados na campanha de cafetinagem.  Seria esse tipo o padrão de nossa ELITE ?  Tendo em vista que em terra de ignorantes só sobra o dinheiro para separar quem possa ser chamado de elite, talvez venha a ser isso. Realmente aqui não podemos nos jactar de ter elite cultural, intelectual ou científica, mas não deveríamos exagerar. Colocar um sabido CAFETÃO, ESTROINA, petulante sem valor ou respeitador de valores alheios foi como jogar lixo sobre  os conceitos de valor da sociedade. Imposição de mídia ? Se foi por esse lado passa ser crime de quadrilha - a mídia não deveria jamais prestigiar crime ! Ainda que saibamos que sua ação é muito ligada a isso, inclusive com "compra" de togados venais em proteção prévia para seus deslizes e sonegações fiscais. Mas o pior AINDA VIRIA...  Agora tomamos conhecimento de que o elemento foi juntado a outros de caráter semelhante para receber condecorações de mérito, pasmem, militar !  Que tipo de valores se estarão  cultuando nas casernas? Seria o primado da falsidade, cafajestagem, cafetinagem de brasileiras para coito com estrangeiros ou a COVARDIA que cerca todos esses misteres? PROXENETA QUE DESMORALIZA EM ATO COVARDE A PRESIDENTA DO PAIS DE TODOS OS BRASILEIROS MERECE MEDALHA - E POR OUTORGA DO EXÉRCITO ?  Parece o caso do jargão cômico de se pedir - desliguem os tubos, nem vale a pena viver!!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

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SUPLICIO CHINÊS

Embora a significação desse título tenha ligação com fatos ou haja sua aplicação até em romances, ficou por força de seu uso exemplificado desde a literatura infantil, como como o sofrimento causado por sua continuidade ou por não se visualizar um fim. Hoje, quando já poderíamos pensar na independência do país (a segunda, a primeira foi só em relação a Portugal, como desavença entre pai e filho) do jugo dos EUA, que se fez em 1964 com colaboracionismo de nossas "gloriosas"fardas, eis que tudo recomeça... Os 21 anos de domínio delegado pelos EUA aos fardados pagos por nós, teve indesmentível caráter de suplício. Mesmo que se abomine as torturas e arrogâncias e roubos, por estarem contidas em números de poucos dígitos percentuais da população, ficam como surtos de uma peste ou endemia. Mas  a permanência de 21 anos sobre toda a população assumiu figura de suplício. Toda uma geração foi criada sob a influência maligna dos coturnos servis que recebiam instruções ou se revezavam no poder por escolha dos senhores americanos. Aos brasileiros conscientes foi como viver junto a um britadeira que martelava em sua dignidade: são eles que mandam!  Isso além de percepção fatal, ainda era evidenciado pelas atitudes pedantes de grande parte dos majorengos que exibiam empáfia de covardes protegidos pelos patrões. Quando nos anos 80, já amos e senhores  de todo nosso staff de poder, resolveram tirar seu time de campo em vista da dívida que se fazia assustadora e comprometia a todos -mandantes e servis mandados-, ainda sob essa condição, nós brasileiros respiramos como quem se livra do afogamento. Começamos a ensaiar passos de recomposição de nossa democracia em doce ilusão de novo tempo. Como aleijado que reaprende a andar demos curso a uma nova formulação constitucional mesmo com a adversidade de um 'centrão' que ainda era fiel aos invasores retirantes. Mas como praga recidiva bastou o país ensaiar uma condição de dignidade e altivez, de ter mostrado sua condição de progresso por vias próprias que surgiriam de exploração do pre-sal, brotou como nova manifestação do prurido anterior. A ânsia de ocupação de sua gleba -que foi mantida sob vigilância de uma mídia que dominavam e da força de ocupação feita pela fiesp. Com a aconselhamento hábil desses capachos deram início a nova ocupação. Serviram-se de seu sucesso obtido no Paraguai e vieram com essa 'expertise' para cá com as mesmas armas -togados.  Começaram com um frangote do Paraná, ainda formando suas penas, para enviar mensagens pré-programadas e que seriam acatadas por todos os superiores togados, já contratados via mercenarismo. E, com isso, estamos todos reentrando nos sofrimento do suplício chinês. Sem ter visão de fim, iremos suportar, além das tradicionais adesões de fardas, a das togas (juízes e procuradores que os seguem) a ditar rumos. Rumos óbvios de proveitos aos mesmos e aos que financiam os ocupantes. Já começaram o desmonte de empresas que eram invasivas em suas áreas, mandaram cessar estudos sobre progresso de energia nuclear (para serem bem claros prenderam quem cuidava disso) e já estão em levantamento geral de riquezas que levarão como troféus - Base de Alcântara, nióbio que se estava sem rumo exclusivo, e tudo o mais que seus estudos indicaram como proveitoso. O pré-sal, por si, cobrirá todos os gastos que estão antecipando com majoração de salários de togados e fardados. Aos servos da gleba, por enquanto, o suplício. E sem descarte de serem arreados para compor força bélica, se houver confronto com outros piratas.
http://jornalggn.com.br/noticia/sobre-o-almirante-othon-e-descasos-por-maria-fernanda-arruda
GOLPE CONSUMADO

É da tradição longínqua que se faça um julgamento dos crimes e para não se tisnar tal julgamento com desonestidade de um único juíz foi criada a forma de julgamento coletivo - JURI - em que pessoas ainda que leigas em normas jurídicas tem, pela cidadania a percepção e até interesse social a oportunidade de ver o remédio adequado, se não a punição devida ao criminoso.  Para melhor analise do golpe que feriu a sociedade brasileira, parece adequado que ao menos sigamos essa fórmula que tem sido respeitada aqui, por vozes audíveis e que repetem mesma prática em todo o mundo.  Sintamos-nos, assim, como componentes de um tribunal em que examina o homicídio cometido contra nossa democracia. Com cassação de votos que legalmente expressaram a vontade e direito dos eleitores em sua maioria e em evento feito sob fiscalização oficial paga por todos.  Temos como objeto de nossa apreciação o crime. Sobre isso não há dúvida já que  se substituiu uma presidente e se gerou um pânico social com medidas impensáveis há um ano atrás, que afeta vida e sobrevivência de trabalhadores com concomitantes sorrisos e festejos de camada mais abonada da nação.  Segundo a praxe, pois, a materialidade já se fez cediça com concurso de mão de obra de empresários, juízes, procuradores, policiais e políticos - o que engloba claramente quase ou a totalidade da classe que por comparação midiática poderíamos designar como 'nomenklatura' brasileira - com clara analogia a classe famosa que deu rumos sociais e bélicos a ex-URSS.  Não parece que possa ter escapado aos julgadores que se fez um conluio, para pasmo geral, em que ministro do STF se associou a lider sindical tido como 'pelego' da Força Sindical, conhecido por ter ação política de oportunidade. Houve até seu pronunciamento promovendo sua ação em conjunto com o ministro, publicamente, e a dizer que não faltavam meios ($$), para essa campanha - o que era evidente pelas posições pessoais dos participantes. Mas teve mais. Para essa execução coletiva do golpe deveria haver um rito legal (na verdade isso era falso). A lei que previa impedimento era anterior à Constituinte de 1988 e foi feita uma 'mutreta' para adapta-la aos interesses políticos partidários dessa grei. Mas impressionou muito foi a ação quase cronométrica dos colegiado 'togado' do STF. Se não meçam-se tais atos:- havia há muito, reiterados pedidos de cassação e denuncias de crimes atribuídos ao presidente da câmara de deputados, conhecidíssimo por suas articulações escusas ou obscenas nos espaços de seu cargo com colocação de adendos de interesse venal em parágrafos 'plantados' em legislação de aprovação prevista, de interesse com endereço certo que quem o pagava a cada crime dessa ordem. Era já desqualificado por todas as correntes...menos para ser útil aos 'probos' ministros do STF que, o usaram dando tempo para que promovesse estapafúrdia votação para dar início a um processo em que pontificava a ficção de crime cometido, sem qualquer prova além das falsidades que surgiram e embora vergonhosas, ficaram como 'enganos' e sob desculpa de TCU, que patrocinava os falsários de relatórios cujos julgadores os redigiam e relatavam. Com arte e sob olhares ditos de paisagem, o tribunal atrasou qualquer medida que impedisse o safado Cunha, e nos deu o vexame assistido aqui e nos exterior de ver deputados (alguns vestindo a bandeira nacional e a desonrando) e outros até com confetis e serpentinas de carnaval a comemorar de forma burlesca e leviana o funeral da democracia. Que queriam, via ganhos de suborno, derrotar. O resto dessa ação criminosa foi decorrência dessa pantomima. A mídia, já paga, cuidou de minar espíritos em dúvida, mesmo que deplorassem,  e ainda propagava as falsidade em suas manchetes como apoio aos golpistas. O senado, sob comando paralelo de apoio ao conluio - mais uma vez urdido do exterior para dentro de nossas fronteiras por outro país - deu seguimento à farsa. Restava nos corações dignos a esperança pelo que seria último bastião (mesmo tendo sido visível a atuação de ministro na articulação), pela tradição de se ter uma JUSTIÇA -  que se prezasse e desse a voz que era de seu dever e proclamasse que toda essa comédia deixava de ter valor por ausência de causa NÃO HAVIA CRIME QUE SE IMPUTAVA PARA O PROCESSO !  E dentro do calendário esperou-se o dia em que se faria a sessão do juri, composto pelos senadores sem mérito de conhecimentos jurÍdicos já que´, eleitos por seus iguais, refletiam a pouca cultura que ainda campeia no país. Em tribunais de juri é assim mesmo.O conselho de sentença é de participação de meros cidadãos que poderiam confundir tipo de crime (como doloso e culposo,por exemplo) e ser, por isso mesmo, presidido por juiz capacitado a dar a todos, os esclarecimentos que lhes permita julgar dentro da lógica jurídica, apensando somente sua sensibilidade de membros da sociedade que quer se aperfeiçoar. Mas...ledo engano! O presidente do STF, enfarpelado com sua rica toga de rigor, ficou contando os minutos e segundos tomados pelos discursos e, para pasmo geral, deixou de dar a ÚNICA COISA DE SEU DEVER - A INTERPRETAÇÃO JUSTA DO DIREITO - direito esse que não era dele, senão dos eleitores e cidadãos que a todos sustentam e estavam sendo roubados em suas esperanças e direitos nessa trágica encenação.  A presidenta, vítima pessoal do crime que se cometia contra si e a sociedade que clamava por justiça, ficou como falando a um muro de podres seres que abaixavam suas cabeças às verdades  levantadas e sem coragem ou hombridade, preferiam refúgio em risos forçados já que sabiam que tudo se fazia para obtenção de lucro financeiro a todos os integrantes do conluio. Era com se estivessem em conjunto 'batendo' a carteira da sociedade e rindo pelo sucesso de sua façanha criminosa - tudo, como frisado, com a passiva (talvez ativa) participação do PRESIDENTE DA MAIS ALTA CORTE DE JUSTIÇA.  TAL QUADRO emoldurou o golpe de 2016 cometido com colaboração criminosa de muitos (alguns não citados por terem agido nos bastidores) como o cabotino ex-presidente que sem nenhum decoro dessa posição trabalhou em apoio à canalha golpista que se locupletava.  MAS O JULGAMENTO QUE EXAMINOU O COMETIMENTO DO CRIME NÃO CONCLUIU PELA AUTORIA REAL. Vimos executores, mas a mando de quem?? A ninguém pode escapar que em política ingênua, talvez por gáudio de sucessos sociais, nosso governo não fez por esconder a alegria e ventura dos sucessos alcançados na descoberta, medição ou avaliação, da reserva do nosso patrimônio de petróleo localizado no pré-sal. Em parte essa ação teve o escopo de dar rumo aos efeitos e de se ter endereçado a cobrir a maior carência da sociedade - EDUCAÇÃO e SAÚDE.  Por essa causa, não se escondeu ao exterior e principalmente aos EUA, o tesouro que surgia em nossa águas e que se prestaria a um engrandecimento de nossos meios de forma nunca antes pensada, a nos alçar como potência como deveríamos vir a ser - como uma grande Noruega, que dá aos seus cidadãos os melhores índices de qualidade de vida com a exploração desse combustível. Claro que sem essa reserva sobre nossa riqueza, a cupidez internacional despertou. E como! Os magnatas de todas as petrolíferas que já compravam os Serra e fhc, se açularam ao medir o tamanho da reserva. Sabendo da venalidade de políticos e togados e já com a experiência da adesão de fardados que se prestaram ao golpe de 64, mediante dólares entregues via 'fiesp,' como depois se provou... viram que o montante do butim era convincente. Se era por dinheiro de sua fabricação, por que se pensar em invasão que pega mal no mundo diplomático?  Muito mais fácil e mais barato resolver sob a fórmula de "perdas e danos"usada em tribunais... que já era da sabedoria e prática dos prestadores de serviço a serem chamados - os togados... A título de experimentação convocaram um trêfego juiz do Paraná para ouvir o plano e mediante isso teria cobertura de toda a casta togada que já estaria sob custódia de dólares. DITO E FEITO. O golpe foi pago. Bem pago. E os frutos decorrentes viriam a seguir. Seus prepostos mercenários cuidariam de colocar um fantoche 'pró-forma', que receberia e cumpriria as instruções para passar às mãos que indicariam as propriedade que escolhessem. Poriam países inimagináveis para 'laranjas' e que receberiam os bens como se fosse contrato de gaveta - Noruega, França ou outros seriam os primeiros. Se necessário, aí sim, revelariam o jogo. No momento, com eleições preocupações com guerras outras, ficariam de lado e a fiesp junto com a mídia ficariam como olheiros. E se houvesse algum tropeço no roteiro mandariam as próprias forças armadas assumirem em seu nome, tudo! Como em 1964. E sempre teriam uma força-tarefa como a daquele ano para as prestigiar sendo considerável até lhe dar aumento salarial- como foi feito antes. Aos julgadores que ora podem apreciar todos os detalhes do crime e mandante resta dar seus votos de condenação ou absolvição. De brasileiros ou de capachos...
RESPEITABILIDADE EM CONCORDATA 
Os brasileiros que se encaixam no padrão de dignidade estão atônitos. Dignidade essa, referente aos que pertencem à classe que trabalha para viver. Que não são pendurados em sinecuras ou privilégios imorais e que não participam de transações imorais oficiais ou oficiosas. Isso, nos dias atuais, exclui os togados e políticos e infelizmente, mais uma vez, fardados. Neste momento em que nos sentimos tomados por um clima de ÓDIO indesejável tanto quanto inegável, todas as forças institucionais deveriam estar empenhadas na recomposição da paz social...E o que vemos?  Parece um lance sádico de se por mais lenha na fogueira. Desde o nefando golpe - que ora se desvenda como articulado sob suborno variado e com fortes tons de influência americana (por razão óbvia), o sentimento de ódio vem cindindo todas os agrupamentos sociais e mesmo familiares. Fica a muitos, intolerável o fato de os mais bem pagos e privilegiados com nossos meios estarem em "escabrosas transações",  desviando os rumos da democracia (já efetivado) e negando nossa condição de república. Que república esta em que o povo não pode proteger seus recursos como o pré-sal de mãos cúpidas estrangeiras ou defender sua presidência de golpe ilegal?
Essa desídia de togados em mostrar a LEI a golpistas e a inércia de fardados em defender bens estratégicos gerou desencanto a todos nós! Pior é que a cada dia se reconhece o impulso gerador dessa formidável tempestade como provindo de política já denunciada no 'wikileaks' como permanente dos EUA, de colocar um esculca adrede preparado para minar ambientes e o predispor para sua ação... É só anotar que um frangote de toga foi instruído em sua CIA para uma ação deletéria disfarçada de intuitos morais e 'de fato' baseada em ódio político moldado pela nação que instruiu tal capacho. Sua ação tem desarticulado empresas, destruído base da indústria naval, com intuitos de impedir estudos de desenvolvimento de estudos de energia nuclear e até construção de submarino, sem se analisar o prejuízo material dez vezes maior do que o recuperado e o mar de desemprego.  E, nesse clima de pasmo que gera o dominante ÓDIO que se derrama a todos, vem o 'glorioso' exercito nacional declarar seu 'partido' ao prestar homenagem ao espião? A quem serve tal corporação? Se não atende aos apelos da sociedade e nem se dá a neutralidade que propiciaria teórica respeitabilidade, que jogo faz na política? Falta de serenidade e de bom senso que mais abaixa a confiança minada desde 64... O togado que está a ser 'condecorado' nada mais fez ao país do que convulsionar e prejudicar o ambiente e comprometer esperanças de manutenção do progresso que se instalava há uma década e da qual todos teremos saudade pela paz que mostrou a todos. Como se aceitar o prestígio (falso), feito às nossas custas, a ser que se encaixa à categoria "a que Diógenes diligenciava nunca dar nome de homem e que Platâo designava pela perífrase de animais de dois pés implumes" (frase pinçada de romance célebre de A. Dumas).

quinta-feira, 20 de abril de 2017

AUTO PROMOÇÃO DEGRADANTE


Esta circulando nas esferas informais entre as quais o facebook, um texto de propaganda tipo auto enaltecimento de pseudo elogios à formação do musso de Curitiba. Segundo essa página digna de folhetim, o dito é de 'preparo' ímpar (ainda bem) apreciador dos "classicos" dos quais só foi citado Maquiavel (o que tem algum sentido por sua sanha maquiavélica), mas passando por um preparo de artes marciais, talvez comparável ao Collor que se jactava de seu Ippon e nos meteu em decadência moral e material. Segundo essa mídia seria faixa preta em algumas modalidades de luta, além de atirador e até valente por ter formação tal ou qual.  É de pasmar se ver esse predicados proclamados em juiz que está exibindo desrespeito ao CPP e metendo os pés pelas mãos a ponto de dar estranheza por tanto desmando. Qual seria o intento dessa absurda manifestação?  No mundo normal já mereceria apelido de galinho garnizé! como se diz de homenzinho covarde que arrota valentia. Fica mais evidente sua intenção de se destacar ao dizer TEMPLÁRIO, como virtude. Virtude de que? Ninguém desconhece a pretensão romântica e ficcional dos maçons em ser heroicos e de terem eleito esse modelo literário para cobrir seus espelhos que, sem essa cobertura só mostra desonestidade e proveito exclusivo e privilégios que se outorgam entre si. Maçons se organizam como máfia e se dão direito a ajuda mútua de 'quebrar galhos' dos delinquentes da casa e
se promoverem ao arrepio de mérito para formação de casta.  Em conclusão, a autopromoção que circula pode emocionar a genitora e progenitora do dito galinho garnizé...e só.  Mas em termos de posição de um juiz é mais uma nódoa que aumenta o encardimento de sua posição dentro do Judiciário.  Sua propaganda deslustra o Poder em si e compromete o decoro devido e postura de discrição que deveria ser o padrão por presumir decência - ainda que duvidosa.



A paráfrase do título propositalmente remete ao célebre romance de Dostoievski por ter a conotação da angústia similar focalizada naquele e que ora atinge a nós brasileiros. Por uma década experimentamos um crescente orgulho de ver a recuperação pós ruína que foi a era fhc. Os dois primeiros anos de Lula nem entram na conta já que foram de mera recuperação do desastre. Mas, a seguir, vimos um novo Brasil a olhar para o futuro e investir em seu maior patrimônio, seu povo. Diz disso, acima de minhas palavras, as estatística do salário mínimo e ganhos dos programas de recuperação social atestados pelo DIESE (salario familia, minha casa minha vida etc) além de medidas na saúde e proteção a idosos (farmácias e distribuição de remédios). Nem todos deram valor mas foi essa política que transformou a crise mundial de 2008 em simples 'marolinha' em nosso país. Foi, com a malícia da mídia maldita, ridicularizada, mas basta compulsar os dados e se tem de reconhecer que o presidente deu um 'banho' de bom senso aos teóricos economistas -todos - ao jogar valor ao mercado interno e sobrejujar a crise. Mas a visão do estadista foi além. Com seu vínculo de origem nordestina, teve descortino para empreender plano centenário (de gaveta) e dar a mais forte contribuição para minorar o sofrimento causado pelas secas do pedaço em que nasceu. Obra essa que se compara em tamanho à construção da capital e com igual quantidade de criticas
dos invejosos. Sob essa visão e empenho administrativo o Brasil cresceu. Foi guindado de décima terceira à sexta potência no ranking em que se mede poder econômico/social, além ter sido consagrado no mundo pelo sucesso de recuperação social e combate aos desassistidos (dado como exemplo e copiado). Nós passamos a ter presença digna, sem bajulações ignóbeis, no desempenho diplomático a nos fortalecer, todos, na recuperação do orgulho perdido. MAS, como no romance citado, veio um juiz (em nosso caso um simulacro) que em seu grupo disse ter convicção de crime... SIM. Houve o crime de subversão de valores tradicionais em que sempre se fazia pelos banqueiros e gananciosos empresários e se direcionou atenção a carentes - mas tão ou mais brasileiros do que todos! CRIME?  Claro! Se temos uma justiça que prima por condenar os PES (pobre, preto,prostitutas e petistas), como deixariam de condenar?Ache-se crime e se não for achado condene-se por falta dele. Essa passou a ser a ordem de raciocínio togado que evoluiu com alento de dólares americanos a ponto de se golpear a presidenta que continuava a obra. E resultado disso? ESCATOLÓGICO...togados arrogantes transferiram, ao arrepio da lei e do Direito, o mandato de quem conduzia nosso pais ao grupo infecto de golpistas, capachos como eles, servis ou mercenários dos EUA. PODERIA HAVER MAIOR CASTIGO?
NÓS MACUNAÍMAS - Como diria tal personagem - Ai que preguiça! Em pleno baile preparado com meios dos EUA, veio um grupo maligno e jogou 'pó-de-mico' no salão! Mas sabia o grupo que mesmo em pânico a preguiça dominaria. Tal como o STF que é exemplar, os trabalhadores e seus sindicatos ficaram em doce contemplação ao gestual e da coceira provocada. Como se fossem os ministros togados que marcam pauta para daqui a dois anos para julgar o golpe nefando de um anos atrás...por desencargo de consciência vão celeremente marcar um greve importante...para o mês que vem! Se fosse para combater um incêndio não haveria nem fumaça quando chegassem. E que greve! Será de um dia? meio dia? horas?ou vamos para o tudo ou nada e será por tempo indeterminado? Dá a impressão de que essa greve obedece ordens da fiesp...Os skafajestes de lá devem estar morrendo de medo ou de rir! Eles que coordenaram o golpe NUNCA cogitaram de estar lidando com massa tão mansa! Já devem estar em tratos de mais medidas a favor do capital - talvez de novo escravagismo, atendendo uma interpretação do gosto dos servos mansos. Como previriam que nada haveria em reação? Agora terão que bolar mais golpes já que tirar direitos dos escravos é tão fácil como tirar doce de criança.


JCdoB

Antes de ser oficialmente descoberto o Brasil foi dividido. Casas reais de Portugal e Castela, se reuniram em Tordesilhas e combinaram quem ficaria com o quê. Nessa era, sem grande avanço de técnica e até geografia, já tinham a expertise ministrada pela Inglaterra para suas navegações e conquistas territoriais. Quando Cabral aqui chegou tomou posse do lado português sem sequer saber que pouco além da costa já teria outro rei a quem teria de ceder sua obra.  Hoje as coisas se fazem com mais calculo de vantagens. Os discipulos de John Bull, já sobrinhos do Tio Sam, preferiram estudar antes para não comprar gato por lebre. Embora tivessem ciência e segurança de seu poder, ao sentirem que um único heroi os pôs fora de Cuba, trataram de avaliar a índole dos habitantes de suas reservas. Em 1964 deram missão a um coronel (Walters) para excursionar e examinar o grau de resistência dos locais. Afinal a História tinha registro de um tal Simon Bolivar e não convinha facilitar. Mas nem precisou de muito empenho.  Os locais, garbosos fardados e cantores de hinos sonoros, nada enfrentavam. Deram de mão beijada tudo. Fizeram um levantamento geral, transferiram indios para bem examinar até o subsolo, e colocaram tudo em seu computador.  Estavam na aferição de calculo de custo/benefício quando surgiu noticia do pré-sal. Aí viram que não mais poderiam esperar. Haveria risco de mais algum 'aventureiro colocar a coroa na cabeça" antes.  Só que haveria custos - os locais haviam aprendido nesse ínterim que poderiam ganhar algum nas vendas. Tinham tido lição com um 'maledeto' fhc, que lucrara muito...Montaram assim mais meios para essa ocupação (+ dinheiro para compra dos silvicolas aculturados). Tiveram de recorrer aos Soros (que nem era americano) e combinaram com Israel que tinha burras e, talvez, alguns burros. Assim, com meios abundantes, tudo compraram. Serviram-se de um trêfego togado de esculca, para abrir-lhes as portas e compraram a casta inteira por preço de 'atacado'. Alguns parlamentares foi como enganar criança usando uma ferramenta como cunha, arrombaram todos os himens de todos! Foram mais vivos do que os portugueses que convidaram espanhois para divisão do butim. Valeram-se dos olhos fechados dos chineses que também teriam meios, e ficaram com tudo. Como os de Israel preferem jogar nos bastidores para não expor fama de sugadores que os acompanha, ficaram os sobrinhos do Tio Sam com as rédeas.  E, à vontade, montam o cavalo manso, com pré doma feita em 64, e que até hoje lhes presta continência em posição de YES MEM ou YES MISTER !


GOLPE CARNAVALESCO QUE TINHA RATAZANAS SOB CARRO ALEGÓRICO 
Embora a significação desse título tenha ligação com fatos ou haja sua aplicação até em romances, ficou por força de seu uso exemplificado desde a literatura infantil, como como o sofrimento causado por sua continuidade ou por não se visualizar um fim. Hoje, quando já poderíamos pensar na independência do país (a segunda, a primeira foi só em relação a Portugal, como desavença entre pai e filho) do jugo dos EUA, que se fez em 1964 com colaboracionismo de nossas "gloriosas"fardas, eis que tudo recomeça... Os 21 anos de domínio delegado pelos EUA aos fardados pagos por nós, teve indesmentível caráter de suplício. Mesmo que se abomine as torturas e arrogâncias e roubos, por estarem contidas em números de poucos dígitos percentuais da população, ficam como surtos de uma peste ou endemia. Mas  a permanência de 21 anos sobre toda a população assumiu figura de suplício. Toda uma geração foi criada sob a influência maligna dos coturnos servis que recebiam instruções ou se revezavam no poder por escolha dos senhores americanos. Aos brasileiros conscientes foi como viver junto a um britadeira que martelava em sua dignidade: SÃO ELES QUE MANDAM !  Isso além de percepção fatal, ainda era evidenciado pelas atitudes pedantes de grande parte dos majorengos que exibiam empáfia de covardes protegidos pelos patrões. Quando nos anos 80, já amos e senhores  de todo nosso staff de poder, resolveram tirar seu time de campo em vista da dívida que se fazia assustadora e comprometia a todos -mandantes e servis mandados-, ainda sob essa condição, nós brasileiros respiramos como quem se livra do afogamento. Começamos a ensaiar passos de recomposição de nossa democracia em doce ilusão de novo tempo. Como aleijado que reaprende a andar demos curso a uma nova formulação constitucional mesmo com a adversidade de um 'centrão' que ainda era fiel aos invasores retirantes. Mas como praga recidiva bastou o país ensaiar uma condição de dignidade e altivez, de ter mostrado sua condição de progresso por vias próprias que surgiriam de exploração do pre-sal, brotou como nova manifestação do prurido anterior. A ânsia de ocupação de sua gleba -que foi mantida sob vigilância de uma mídia que dominavam e da força de ocupação feita pela fiesp. Com a aconselhamento hábil desses capachos deram início a nova ocupação. Serviram-se de seu sucesso obtido no Paraguai e vieram com essa 'expertise' para cá com as mesmas armas - TOGADOS.  Começaram com um frangote do Paraná, ainda formando suas penas, para enviar mensagens pré-programadas e que seriam acatadas por todos os superiores togados, já contratados via mercenarismo. E, com isso, estamos TODOS reentrando nos sofrimento do suplício chinês. Sem ter visão de fim, iremos suportar, além das tradicionais adesões de fardas, a das togas (juizes e procuradores que os seguem) a ditar rumos. Rumos óbvios de proveitos aos mesmos e aos que financiam os ocupantes. Já começaram o desmonte de empresas que eram invasivas em suas áreas, mandaram cessar estudos sobre progresso de energia nuclear (para serem bem claros prenderam quem cuidava disso) e já estão em levantamento geral de riquezas que levarão como troféus - Base de Alcântara, nióbio que se estava sem rumo exclusivo, e tudo o mais que seus estudos indicaram como proveitoso. O pré-sal, por si, cobrirá todos os gastos que estão antecipando com majoração de salários de togados e fardados. Aos servos da gleba, por enquanto, o suplício. E sem descarte de serem arreados para compor força bélica, se houver confronto com outros piratas.

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A delação da Oderbrecht que ficou tempo entre ser ou não ser acabou acontecendo. E veio como se fosse uma enchente de rio cuja limpeza o picolé não cuidou (como sempre) e adentrou com seu cheiro de esgoto pelo comercio e mais depósitos em que estavam sendo usados para abrigo dos capachos. Tal enchente foi tão rápida que nem permitiu a retirada dos capachos mais 'vivos' e serem remetidos para o exterior. Ficaram molhados, ensopados e com o odor repugnante de suas naturezas que pouco viam de água na vida. Restou o recurso de internação hospitalar como alguns ministros ou o tarja preta usaram. Os demais ficaram em silêncio e pedindo via indireta que dessem socorro mesmo que com lei imoral para blindar políticos - pasmem-se todos mas isso é real!  Seguraram todos via fhc+´psdb que tinham o musso de Curitiba com foto em suas carteiras. Mas um tal Fachim desavisado ou agastado, ao invés de vazar para a globo e só os do PT,abriu a janela e deixou que todos os focas dos jornalixos vissem tudo. Tiveram que ver e tornar a ver que não havia virgem na zona. Causou espanto o montante dos valores que serviram de mamadeira aos pastores, doutores e mistificadores.  Ainda ficaram como última prenda na caixa de Pandora os nomes do 'probo' judiciário - típico segredo de Polichinelo já que com ou sem togas todos são vistos e sem dúvida conhecidos. Mas o que se deslindou foi que molhadas, as fantasias se descompuseram, descolaram e perderam o encanto.  E toda a plateia pode divisar quem titerava e conduzia o golpe. Nem era somente o presidente do STF que nada fez para o impedir e nem o nefasto gilmareco que conluiou-se em sua preparação. Ficou "claríssimo' que o roteiro ou GPS que orientava os cordões carnavalescos vinha dos EUA. Com a lavada sofrida pelos capachos por atacado nessa enchente, sobrou a voz do dono, e então a globo assumiu o comando geral. Passou a vociferar com sua malicia total como se nada tivesse vindo a público a a única preocupação nacional fosse a existência do Lula.  Sendo tal globo que em comum com a fiesp são os braços públicos dos EUA  (sua diplomacia se esconde para fingir decência) estamos assistindo os estertores da farsa que se fantasiou de golpe. ERA APENAS UM LANCE DE INVASÃO, quase repetição de 64, em que, após o teste do Paraguai foi posto em execução em ex-nosso Brasil. A globo com toda sua infâmia não conseguiria sustentar a batalha por muito tempo. Então começam a chegar os reforços paralelos. O exercito já está cooptando os traidores úteis (Huck, musso etc) para fazer figuração de normalidade enquanto ultimam com o parente a sacramentação de entrega do pre-sal e demais bens que querem levar para sua galeria de troféus. Com os direitos registrados podem até dar nova temporada de folga para seus servos pensarem que são independentes, como fizeram nos anos 80 para dar atenção a outros interesses. E os american boys fardados e agora também os togados irão brilhar em depoimentos da midia safada ou em desfiles com suas condecorações de fancaria. Viva nossa independência para inglês ver!

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    HÁ POUCOS DIAS, no facebook um dos participantes assíduos perguntava como podia um país do tamanho do Brasil estar sendo despedaçado...Naturalmente despertou respostas ou ânsias de lhe dar versão do porque isso se passava. Contestar essa dúvida ninguém sequer tentou. Como tudo se dá e passa nos dias que transcorrem, fica de pasmar que tal esteja acontecendo com consentimento geral. Mesmo quem não tem meios e recursos para opor resistência, fica pasmo com a aceitação indefinível, por escabrosa, de todas as forças de defesa do país.  Aplicando, como se faz em muitas áreas, a teoria de organicidade, se poderia dizer que o Brasil está como um grande boxeador e que, por ter sucumbido a pancadas recebidas, caminha como quem sofreu uma lobotomia. Incapaz de ser o país que vinha a passos positivos recuperando desastrosas entregas  de seus meios e riquezas em passado recente, que além da recuperação material, conseguia uma mais valiosa 'social'. Esta com retumbante acolhida e reconhecida fora de nossas fronteiras. Havia ganhos paralelos de caráter, obtido face aos demais países pela postura de dignidade, substituindo a submissão e bajulação anterior, quando nossos diplomatas se descalçavam sob ordens americanas. Faltava, naturalmente, muito empenho e tempo para recuperar sentimento de patriotismo que desde 1964 foi solapado pelo exemplo repelente exibido por fardados que optaram por obedecer os sobrinhos do Tio Sam com calhorda covardia de usar as armas do país contra seu próprio povo. Mas sempre se esperava que o tempo daria por si esse retorno com a previsão já firmada em lei de recursos do pré-sal serem direcionados a essa base - saúde e educação. Ao exame do efeito de um ódio, proposto e fomentado pela mídia calhorda que prega e doutrina seus leitores e ouvintes, vimos ruir todo esse crescimento. Primeiro veio o recado de partido derrotado em eleição e seu perdedor jurando sabotar a governabilidade usando o legislativo a bloquear qualquer ato ou projeto ainda que fosse pelo intento do título 'DESPEDAÇAR  O PAÍS'.  Era o 'recado' dos capachos já cooptados mediante dólares e que já estavam articulados e pagos pelo mesmo invasor de 1964.  Agora veio, por delações, confirmação até do valor empregado na 'compra' de dezenas de deputados e outros legisladores para promover um golpe. Golpe que iniciaria o despedaçamento de que falamos. Mas, sozinho, nem todo o poder legislativo poderia dar esse golpe. Nossa Constituição previa uma segurança por meio de uma Justiça a imperar nesses conflitos. Mas...que justiça seria essa em que ministro do STF figurava entre articuladores golpistas sob doce apreciação de seus pares? Quando em rito 'arranjado' se fez sessão para o golpe, que seria a hora H, veio à tona a omissão mais comissiva que já se viu, em o presidente do STF deixar in albis seu dever de dizer o DIREITO e o relegar aos beócios em ódio essa decisão. Como um Pilatos, desmunhecando em sua covardia, entregou a presidência aos capachos do Tio Sam. Mas não era tudo. A seguir os passos céleres da nova rodada mais do clareava a origem do golpe. Um parente em rápida colaboração com o frangote togado do Paraná iniciou a entrega do pre-sal. Com o ignominioso silêncio dos patriotas remunerados/profissionais (fardados e paisanos) começou a ser 'dado' o nosso petróleo, que se seguiria a outros atos que imolariam pesquisas sobre energia nuclear e entrega de empresas ou apoio para mais recursos de defesa. Quase se pode dizer que o gigante lobotomizado deitou-se para servir de tapete ao seu lobotomizador - com anuência e continência e bater de calcanhares de fardados e mais degenerados do Brasil. Bem dizia o cabotino fhc - VIVE LA FRANCE, em seus arroubos de capachismo. Hoje é vivas ao TIO SAM!
    Alô, Esquerdas... Indignai -vos!
    O criador do mensalão foi condenado e não está preso (Eduardo Azeredo- PSDB)! É esta diferença que deve estar explícita na manifestação (em cartazes) .
    Assim como citar Pedro Parente e Maria Silvia, réus e nomeados. O número do processo está no Google, prejuízos causados a Petrobrás !
    Vamos massificar estas informações!
    Todos os cartazes com fotos, falando de serviço profissional. Moro com Aécio na premiação da Isto É, Doria com Odebrecht e Cunha em seu programa de TV, a conclusão do TCU sobre seu desvio na Embratur.
    quem cresceu ou viveu no interior, conhece vida rural pode ter presenciado a 'doma' de cavalos. Há uma luta que parece não ter como o domador conseguir seu intento... Mas a duração de batalha acaba cansando e o potro se entrega. Às vezes os mais lutadores se tornam os mais obedientes. As reações que estamos observando estão mostrando essa regra na população. Acusaram chibatadas de fiesp e capachos e parecem cordatos em apenas esperar uma única manifestação para o dia 28. Quanto tempo durou a luta? Parece que os sindicatos já estão programando reuniões de fim de semana para curtir uma 'hora da saudade' em louvor ao tempo em que trabalhadores tinham direitos. Só falta usarem como introdução ao evento o hino dos EUA a mostrar sua aquiescência ao golpe. Só eu que estou sentindo isso?
    É da tradição longínqua que se faça um julgamento dos crimes, e para não sujar tal julgamento com desonestidade de um único juiz foi criada a forma de julgamento coletivo - JURI - em que pessoas ainda que leigas em normas jurídicas tem, pela cidadania a percepção e até interesse social procurem ver o remédio adequado, senão a punição devida ao criminoso.  Para melhor analise do golpe que feriu a sociedade brasileira parece adequado que ao menos sigamos essa fórmula que tem sido respeitada aqui, por vozes audíveis e que repetem mesma prática em todo o mundo.  Sintamos-nos, assim, como componentes de um tribunal em que examina o homicídio cometido contra nossa democracia. Com cassação de votos que legalmente expressavam a vontade e direito dos eleitores em sua maioria e em evento feito sob fiscalização oficial paga por todos.  Temos como objeto de nossa apreciação o crime. Sobre isso não há dúvida já que  se substituiu uma presidente e se gerou um pânico social com medidas impensáveis há um ano atrás, que afeta vida e sobrevivência de trabalhadores com concomitantes sorrisos e festejos de camada mais abonada da nação.  Segundo a praxe, a materialidade já se fez sabida com concurso de mão de obra de empresários, juízes, procuradores, policiais e políticos - o que engloba claramente quase ou a totalidade da classe que por comparação midiática poderíamos designar como 'nomenklatura' brasileira - com clara analogia a classe famosa que deu rumos sociais e bélicos a ex-URSS.  Não parece que possa ter escapado aos julgadores que se fez um conluio, para pasmo geral, em que ministro do STF se associou ao líder sindical tido como 'pelego' da Força Sindical, conhecido por ter ação política de oportunidade. Houve até seu pronunciamento promovendo sua ação em conjunto com o ministro, publicamente, e a dizer que não faltavam meios ($$), para essa campanha - o que era evidente pelas posições pessoais dos participantes. Mas teve mais. Para essa execução coletiva do golpe deveria haver um rito legal (na verdade isso era falso) a lei que previa impedimento era anterior à Constituinte de 1988 e foi feita uma 'mutreta' para adapta-la aos interesses políticos partidários dessa grei. Mas impressionou muito foi a ação quase cronométrica dos colegiado 'togado' do STF. Senão meçam-se tais atos:- havia há muito reiterados pedidos de cassação e denuncias de crimes atribuídos ao presidente da câmara de deputados conhecidíssimo por suas articulações escusas ou obscenas nos espaços de seu cargo com colocação de adendos de interesse venal em parágrafos 'plantados' em legislação de aprovação prevista, de interesse com endereço certo que quem o pagava a cada crime dessa ordem. Era já desqualificado por todas as correntes...menos para ser útil aos 'probos' ministros do STF que, o usaram dando tempo para que promovesse absurda votação para dar início a um processo em que pontificava a ficção de crime cometido sem qualquer prova além das falsidades que surgiram e embora vergonhosas ficaram como 'enganos' e sob desculpa de TCU que patrocinava os falsários de relatórios cujos julgadores os redigiam . Com arte e sob olhares  de paisagem o tribunal atrasou qualquer medida que impedisse o  Cunha e nos deu o vexame assistido aqui e nos exterior de ver deputados (alguns vestindo a bandeira nacional e a desonrando e outros até com confetes e serpentinas de carnaval a comemorar de forma burlesca e leviana o funeral da democracia que queriam, via ganhos de suborno, derrotar. O resto dessa ação criminosa foi decorrência dessa pantomima. A mídia, já paga, cuidou de minar  dúvidas, mesmo que deplorassem tudo e ainda propagava as falsidade em suas manchetes como apoio aos golpistas. O senado, sob comando paralelo de apoio ao conluio -mais uma vez urdido do exterior para dentro de nossas fronteiras por outro país - deu seguimento à farsa. Restava nos corações dignos a esperança pelo que seria último bastião (mesmo tendo sido visível a atuação de ministro na articulação) pela tradição de se ter uma JUSTIÇA que se prezasse e desse a voz que era de seu dever e proclamasse que toda essa comédia deixava de ter valor por ausência de causa NÃO HAVIA CRIME QUE SE IMPUTAVA PARA O PROCESSO !  E dentro do calendário esperou-se o dia em que se faria a sessão do juri composto pelos senadores sem mérito de conhecimentos jurídicos já que, eleitos por seus iguais, refletiam a pouca cultura que ainda campeia no país. Em tribunais de juri é assim mesmo.
     O presidente do STF, enfarpelado com sua rica toga de rigor ficou contando os minutos e segundos tomados pelos discursos e, para pasmo geral, deixou de dar a ÚNICA COISA DE SEU DEVER - A INTERPRETAÇÃO JUSTA DO DIREITO :esse que não era dele senão dos eleitores e cidadãos que todos sustentam e estavam sendo roubados em suas esperanças nessa trágica encenação.  A presidenta, vítima pessoal do crime que se cometia contra si com a sociedade que clamava por justiça ficou como falando a um muro de podres seres que abaixavam suas cabeças às verdades que levantava e sem coragem ou hombridade preferiam refúgio em risos forçados já que sabiam que tudo se fazia para obtenção de lucro financeiro de todos os integrantes do conluio. Era com se estivessem em conjunto 'batendo' a carteira da sociedade e rindo pelo sucesso de sua façanha criminosa - tudo, como frisado, com  ativa participação do PRESIDENTE DA MAIS ALTA CORTE DE JUSTIÇA.  TAL QUADRO emoldurou o golpe de 2016 cometido com colaboração criminosa de muitos (alguns não citados por terem agido nos bastidores como o cabotino ex-presidente que sem nenhum decoro dessa posição trabalhou em apoio à  golpista que se locupletava.  MAS O JULGAMENTO QUE EXAMINOU O COMETIMENTO DO CRIME NÃO CONCLUIU PELA AUTORIA REAL. Vimos executores, mas a mando de quem?? A ninguém pode escapar que em política ingênua, nosso governo não fez por esconder a alegria e ventura do sucesso alcançado na descoberta, mediação ou avaliação, da reserva do nosso patrimônio de petróleo localizado no pré-sal. Em parte a ação teve o escopo de dar rumo aos efeitos e de se ter endereçado a cobrir a maior carência da sociedade -EDUCAÇÃO e SAÚDE.  Por essa causa não se escondeu ao exterior e principalmente aos EUA o tesouro que surgia em nossa águas e que se prestaria a um engrandecimento de nossos meios de forma nunca antes pensada. a nos alçar como potência como deveríamos vir a ser - como uma grande Noruega que dá aos seus cidadãos os melhores índices de qualidade de vida com a exploração desse combustível. Claro que sem essa reserva dobre nossa riqueza, a cupidez internacional despertou. E como! Os magnatas de todas as petrolíferas que já compravam os Serra e FHC se avivaram ao medir o tamanho da reserva. Sabendo da venalidade de políticos e togados e já com a experiência da adesão de fardados que se prestaram ao golpe daquele ano mediante dólares entregues via 'fiesp,' como depois se provou... viram que o montante do butim era convincente. Se era por dinheiro de sua fabricação.por que se pensar em invasão que pega mal no mundo diplomático? Muito mais fácil e mais barato resolver sob a fórmula de "perdas e danos"usada em tribunais... que já era da sabedoria e prática dos prestadores de serviço a serem chamados -os togados... A título de experimentação convocaram um  juiz do Paraná para ouvir o plano e mediante isso teria cobertura de toda a casta togada que já estaria sob custódia de dólares. DITO E FEITO. O golpe foi pago.Bem pago. E os frutos decorrentes viriam a seguir. Seis prepostos mercenários cuidariam de colocar um fantoche 'pró-forma' que receberia e cumpriria as instruções para passar às mãos que indicariam as propriedade que escolhessem. Poriam países inimagináveis para 'laranjas' e que receberiam os bens como se fosse contrato de gaveta - Noruega, França ou outros seriam os primeiros. Se necessário, aí sim revelariam o jogo. No momento, com eleições preocupações com guerras outras ficariam de lado e a fiesp junto com a mídia ficariam como olheiros e se houvesse algum tropeço no roteiro mandariam as próprias forças armadas assumiram em seu nome tudo! Como em 1964. E sempre teriam uma força-tarefa como a daquele ano para as prestigiar sendo considerável até lhe dar aumento salarial- como foi feito antes. Aos julgadores que ora podem apreciar todos os detalhes do crime e mandante resta dar seus votos de condenação ou absolvição. De brasileiros ou de capachos...

    por Maria Fernanda Arruda, escritora e ativista digital

    quarta-feira, 19 de abril de 2017

    Quero saber... Estas prisões antecipadas tem respaldo na lei?
    Penso que isto é o que deve ser questionado na manifestação do dia 03.
    Eduardo Azeredo PSDB, dispensado do foro privilegiado pelo STF, julgado em 1a instância e condenado a 20 anos, ainda não viu cadeia - dentro da lei.
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    CARF LIVRA ITAU DE PAGAR 25 BI EM IMPOSTOS
    É clássica e permanente a conceituação de que 'nossa' proba justiça e seus cabotinos juízes só condenam pretos, pobres e prostituta ,e ora agregaram petistas por alegações vindas de Curitiba. Mas, não bastante essa conduta de togados institucionais que exibem os vacilos e impropriedade de seus padrinhos de carreira: papais e sogros desembargadores ou ministros de portes superiores, é constatada tal imoralidade inerente à função. Sabe-se que no processo em que está cobrando a devida e valiosa paga fiscal de um "pobre" Banco ,os probos julgadores fizeram por perdoa-los - à custa do tesouro ao qual deveriam zelar. Poderia tratar-se de legítima justiça. Mas há, no caso, detalhe que escancara ilegalidade. Pois no curso do 'processo' foi necessária a destituição do honrado relator por ter recebido suborno da parte... se cederam foros de credibilidade a delações extorquidas mediante prisões em âmbito de processos políticos sob disfarce de corrupção, como se julgar decente corrupção ativa de réu desse processo? Vi e li crítica de indignado que verberou a sentença (por maioria de 5 a 3) e que gerou a felicidade de todos - um ex-relator, livre, rico e solto, seu substituto e seus pares em igual condição de fortuna e os banqueiros mais ainda pela satisfação de ter comprado a todos e ainda com economia de meios já reservados para compra futura de juízes se fosse preciso haver essa etapa. Votos a favor de Bancos dão impulso às carreiras mais do que anos de dedicação...Esse episódio vem bem a propósito neste mês em que 'nossotros' estamos preocupados com os leões do mesmo IR que se esmeram em achar qualquer quirera fora de código nos 'ajustes' de assalariados e já são sugados antecipadamente ao exercício fiscal. A legislação que vem da era nefasta de fhc e dá benesses às grandes fortunas passa 'in albis' às criticas da mídia...cabe à sociedade, engolir os dignos julgadores com togas ou com cofres que se rejubilam no regime. Nada como os sinais de pre-liberalismo para a felicidade da 'nomenclatura' brasileira. E 25 bilhões ficam sob manejo e manipulação de êmulos de 'moros', de igual leviandade.
    Suborno havido nada prova e NÃO-VEM-AO-CASO...em nosso Brasil de anões e ladrões.

    "É degradante à sociedade um embate entre o mediocre juiz que expõe sua pretensão de ilustrado e mesquinho,que nada tem de honroso em sua fala e quer atingir um vulto que recebe encômios de todas as nações por sua atuação politica e humana. Até quando o judiciário fará apresentação desprimorosa de seus capachos???"

    "INTELIGÊNCIA - Dias atrás houve uma aula (não guardei o nome do professor) que tangenciou etimologia e pretendeu chamar a atenção sobre desvio de significação do termo IDIOTA. Interessante análise que chama a atenção de como corruptela assume o lugar da significação correta. Mas, me vem ao caso, o desvio do que se convencionou apelidar de INTELIGÊNCIA, e que é etiqueta dos serviços secretos de países ou governos. Aqui, 'in brazil', foi muito evidente ao tempo do golpe americano/militar que se dizia como tal e perseguia os nacionais por razões ignotas (mas sabidas nas masmorras). E no momento? Depois de se dar como extinta a perseguição inimiga, se disse desfeita a estrutura...só que não. Foi apenas camuflada e com material de carnaval! Vimos em recente passeata da fiesp que um elemento do nosso caro exército de posto que antigamente já era dos que passavam à 'reserva' - major - que, infiltrado como espião foi identificado em sua ação e foi necessário, para salvar aparências, uma nota da corporação admitindo que tem e usa desse meio para suas atividades. Pelo menos ficamos sabendo que esse é o fato. MAS, como todo conhecimento gera responsabilidades... Onde e por que tal inteligência não se operou no golpe que se deu com cores, idioma e bandeira dos EUA contra o país e contra a presidenta legitima. TRAIÇÃO ? ADESÃO AO INIMIGO, como em 64 ? Se está 'claríssimo' aos brasileiros que HOUVE ação do tradicional e cúpido inimigo nessa cômica campanha pela conquista do pre-sal, como justamente a INTELIGÊNCIA não viu? Ficou na janela e sem ver o tempo passar, qual Carolina? A BEM DA ASSERTIVIDADE E PUREZA NA ACEPÇÃO DAS PALAVRAS, CONVIRIA QUE SE MUDASSE O NOME DE INTELIGÊNCIA PARA IMPLICÂNCIA ou IMPERTINÊNCIA..."


    De Moína Lima, filha de Taiguara
    "Para aqueles que mandaram eu acordar ou passar pro outro lado, quero dizer o seguinte:
    Eu acordei quando eu tinha 4 anos de idade quando meu pai de uma hora pra outra resolveu deixar nossa casa no RJ em Santa Teresa e se autoexilar com a família mais uma vez.
    Eu acordei quando nesta mesma idade, viajamos pro Uruguai, Paraguai e Argentina de buzum sem rumo pra tentarmos ter paz fugindo da repressão. Minha mãe grávida da minha irmã mais nova, carregando uma filha pequena nos braços e malas e meu pai com pesos nas costas também, os dois desesperados precisando de proteção.
    Eu acordei quando lá em Recife que é onde fomos parar pra termos um pouco de tranquilidade por mais um ano e pouquinho, minha irmã nasceu e descobriram que meus pais estavam lá e lá fomos nós de novo alugar outro lugar pra ficar, dessa vez em SP, onde meu irmão nasceu.
    Eu acordei quando eu percebi que eu não me fixava em nenhuma escola, porque eu sempre precisava estar partindo com 4,5,6,7 anos de idade. Que minhas notas na escola não passavam de 4.0.
    Que eu reprovei 2 x a terceira série por falta e rendimento.
    Acordei quando tivemos nossa casa invadida por terroristas e vi minhas bonecas e meus brinquedos todos amassados, quebrados, sem olhos, sem cabeças (pra aterrorizar mesmo as crianças da casa).
    Acordei quando meu pai resolveu peitar tudo e voltar pra sua casa no RJ e jogaram gás lacrimogêneo em cima de mim no Humaitá, eu com apenas 8 anos de idade.
    Acordei quando meu pai me colocou na corcunda de suas costas pra fazer manifestação e parou em frente a Câmara dos Vereadores no RJ depois de uma explosão e me mostrou o que era uma ditadura.
    Acordei quando comecei a entender que meu pai foi o artista musical mais censurado do Brasil (confirmado pelos órgãos nacionais), muita das vezes por nenhum motivo. Que isso refletia financeiramente em nossas vidas, porque meu pai não tinha mais trabalho, não cantava mais e só recebia dinheiro de direitos autorais e royalties de músicas que estavam proibidas nas rádios.
    Sorte nossa que tínhamos casa própria no RJ, senão a situação seria pior.
    Acordei quando minha mãe passou a ser perseguida por garimpeiros quando lutava pela causa indígena e foi listada como "Marcada Pra Morrer" e teve sua cara estampada no Jornal Nacional.
    Acordei quando minha mãe sofreu violência dessa mesma corja.
    Acordei quando meu pai adquiriu um câncer de bexiga e morreu aos 50 anos de tanto estresse na vida. Esse câncer que matou o meu pai com apenas 50 anos de idade foi o reflexo de tudo isso. E eu não perdoo quem matou o meu pai: a ditadura.
    Então vão se fuder vocês com seus falsos moralismos.
    Porque só quem sente na pele é que pode falar alguma coisa. Ou quem tem no mínimo conhecimento histórico do que foi uma repressão.
    E já aviso, quem é apoiador de ditadura, faça o favor de se retirar da minha lista imediatamente. Não aceito, não compartilho, não quero estar NUNCA perto de vocês.
    Quanto ao meu posicionamento político é isso: Sou filha de comunista, sou de esquerda e assim me permanecerei.
    Sou socialista e assim serei.
    Quem não gostar, que se mande também. Tô nem aí. E quem quiser ficar, que me respeite e não me mande acordar, porque acordada eu já estou há muitos anos.
    Tenho 41 anos e comecei a sacar tudo aos 4. "

    segunda-feira, 17 de abril de 2017

    É clássica e permanente a conceituação de que 'nossa' proba justiça e seus cabotinos juízes só condenam pretos, pobres e prostituta , e ora agregaram petistas por obra e arte vindas de Curitiba. Mas, não bastante essa conduta de togados institucionais que exibem os vacilos e impropriedade de seus padrinhos de carreira, papais e sogros desembargadores ou ministros de cortes superiores,  constatamos que tal imoralidade é inerente à função. Registramos que em processo em que está cobrando há tempos a devida e valiosa paga fiscal de um "pobre" Banco ,os probos julgadores fizeram por perdoa-los - à custa do tesouro ao qual deveriam zelar. Poderia tratar-se de legítima justiça. Mas há, no caso, detalhe que escancara mutretas. Pois,no curso do 'processo' foi necessária a destituição do honrado relator por ter recebido suborno da parte... se cederam  foros de credibilidade a delações extorquidas mediante prisões atrabiliárias em âmbito de processos políticos sob disfarce de corrupção, como se julgar decente corrupção ativa de réu desse processo? Vi e li crítica  de indignado que verberou a sentença (por maioria de 5 a 3) e que gerou a felicidade de todos - um ex-relator, livre, rico e solto, seu substituto e seus pares em igual condição de fortuna e os banqueiros mais ainda pela satisfação de ter comprado a todos e ainda com economia de meios já reservados para compra futura de juízes se fosse preciso haver essa etapa. Votos a favor de Bancos dão impulso a carreiras mais do que anos de dedicação...Esse episódio vem bem a propósito neste mês em que 'nossotros' estamos preocupados com os leões do mesmo IR que se esmeram em achar qualquer quirera fora de código nos 'ajustes' de assalariados e já são sugados antecipadamente ao exercício fiscal. A legislação que vem da era nefasta de fhc e dá benesses às grandes fortunas passa 'in albis' às criticas da mídia...e resta à sociedade engolir os dignos julgadores com togas ou com cofres que se rejubilam no regime.  Nada como os sinais de pre-liberalismo para a felicidade da 'nomenklatura' brasileira.  E 25 bilhões ficam sob manejo e manipulação de êmulos de 'moros', de igual leviandade. Suborno havido nada prova e NÃO-VEM-AO-CASO...em nosso Brasil de anões e ladrões.


    domingo, 16 de abril de 2017

    É terrível – como às vezes se observa na esquerda depois de uma derrota – desprezar eleitores pobres ou trata-los como manipuláveis ou ignorantes se eles não votam da forma esperada. Essa mentalidade apenas exacerba a divisão e torna o sucesso ainda mais difícil. Se um partido falha em atrair os eleitores que ele pensa que deveria atingir, parte da culpa pode ser atribuída a uma mídia injusta e parcial, ou a táticas sujas dos oponentes, ou a condições econômicas além do controle. Mas apenas parte. É preciso que se faça, antes de mais nada, o exercício da modéstia, que permita a autocrítica.
    O grande fracasso do PSOL em seu reduto político frente a um candidato fraco, radical e sectário não se deu por conta de candidatos inferiores. Muito pelo contrário. Freixo é um político dedicado, talentoso e perspicaz, com um longo e inspirador histórico às causas sociais. A feminista escolhida para ser sua vice, Luciana Boiteux, é uma advogada e professora de direito inteligente e sofisticada que melhorou como oradora e liderança política durante a curta campanha. O problema enfrentado pelo PSOL é estrutural, institucional e cultural: como expandir-se além de sua base eleitoral dedicada, porém limitada, composta primordialmente por intelectuais bem educados, com estabilidade financeira e, em sua maioria, brancos da Zona Sul, e pelos jovens? Então? Como o PSOL convenceria pobres, trabalhadores e moradores de favelas, de que suas condições de vidas seriam melhoradas por um governo de esquerda, e como convencê-los de que os líderes do partido compreendem isso e, portanto, podem lidar com os problemas graves e sistêmicos que enfrentam?
    Freixo perdeu esmagadoramente na Zona Oeste. Eleitores da classe trabalhadora e residentes de favelas fora da Zona Sul simplesmente deram as costas para a esquerda. Em outras palavras, os próprios eleitores a quem o programa político do PSOL tenta atender são aqueles que se sentem mais distantes do partido – e são muitas vezes hostis a ele. O que interessa a esses eleitores? Segurança de emprego, segurança no seu bairro, assistência médica confiável, escola. Não se incluem entre as suas preocupações: legalização do aborto, descriminalização das drogas, defesa da Petrobrás.
    Um partido não tem o apoio de segmentos mais pobres da população e de minorias, a menos que esses grupos se vejam representados na liderança e nas candidaturas do partido. O PSOL avançou nesse sentido: um de seus mais renomados deputados, Jean Wyllys, foi criado em condições de extrema pobreza, e dois de seus novos vereadores: Marielle Franco, quinta vereadora mais votada, e David Miranda. Mas é muito pouco, ainda que aponte para uma boa direção, numa estrada onde o PT vai caminhando na contramão. Há no Brasil um imenso vazio, que separa o mundo erudito do mundo popular. São duas culturas que se afastam cada vez mais, na mesma medida em que segmentos sempre maiores da população são marginalizados nas periferias das grandes cidades, submetidos a um processo de empobrecimento alimentado por formas de cultura massificadora. A cultura erudita tornou-se cada vez mais a cultura das minorias privilegiadas. A grande massa dos brasileiros, formada de analfabetos e analfabetos funcionais, é portadora de uma cultura que se transmite oralmente, mas que é aquela definidora de suas formas de sentir, pensar e agir, expressando-se na sua culinária, nas festas, na linguagem, criando ritos de passagem, dando dimensão prática e utilitária à religião. Os políticos e os partidos políticos pertencem ao mundo erudito. Onde estará a ponte que permitirá a comunicação entre as duas margens? Essa ponte ainda existe?
    Lula foi capaz de criar e transformar o PT em uma grande força política de esquerda porque a base de apoio do partido era composta pela classe pobre e trabalhadora, e a partir daí seu apelo se estendeu a outros grupos. Isso foi possível porque as lideranças do partido, começando pelo próprio Lula, foram capazes de entender instintivamente seus eleitores e tinham credibilidade para dialogar com eles porque pertenciam a esses grupos. Não foi necessário inventar estratégias de comunicação ou teorias abstratas sobre como conquistar essa parcela do eleitorado; a liderança e os candidatos do PT cresceram nas comunidades que serviram de base eleitoral do partido. Em resumo, o PT nasceu com o Lula metalúrgico, falando como metalúrgico, vestindo-se como metalúrgico, pensando como metalúrgico. Lula foi um metalúrgico do ABC paulista. Freixo não foi um metalúrgico.
    E o pentecostalismo fala a língua dos oprimidos, dos marginalizados. Os seus pastores e bispos são preparados para isso. Falam as palavras que o povo quer ouvir, quando quer, onde quer. Não se trata, por certo, de copiá-los, mas de examiná-los, descobrindo-se o que? como? quando? onde conseguem ser ouvidos? Crivella é o filho preferido de Edir Macedo, aquele que impõem respeito com o tamanho e o mau-gosto descomunais de um Templo de Salomão. Não se trata, por acaso, de uma adoração do bezerro-de-ouro? Moisés puniu a heresia com a morte de centenas deles, isso é o que nos conta a Bíblia. Certamente, não é esse o caminho nos nossos tempos. Mas é preciso atravessar o mar que hoje nos separa do povo brasileiro.
    E sobre o artigo de Glenn Greenwald: "Comentamos sobre o mesmo tema, mas sob a minha perspectiva e abordando pontos que não estavam sendo considerados. Não há nada que desmereça o que está no artigo do Grennwald, muito menos o seu autor. Mas, confirma em termos a tese: as esquerdas não unem, lutam entre si. Enfim: ideias e constatações não são privilégios de ninguém e nem são patenteáveis”.

    16\04\17

    "DO ÓDIO QUE NOS ASSOLA - Não se vê como fugir da triste realidade. Tal como se deu em países como a França ao tempo em que esteve sob presença de alemães invasores, há uma imposição da dignidade de haver rebeldia. Lá pessoas eram tachadas de colaboracionistas por sua posição de aceitação e submissão. Ficou a sociedade dividida entre quem mantinha sua dignidade e patriotismo e os que vendiam suas almas para ter vantagens junto aos algozes que estavam no mando. Aqui, desde a articulação vexaminosa de ministros do STF, conluiados com a canalha que jurara (já sob soldo americano) que tudo fariam para impedir a governabilidade de Dilma, forçando-a por meio do legislativo, tudo deu-se nesse rumo. Pátria? Que seria isso? Existe alguma decência quando ministros judiciais são pelo golpe - ao arrepio da lei? Implantou-se pela natureza do caráter de cada um o asco aos colaboracionistas brasucas. Nas rodas sociais, nas famílias e no âmbito de qualquer setor onde mais pessoas troquem palavras desde os condomínios ou local de trabalho. Os indiferentes são por si ajudantes dos que traem o país já que a ação deletéria não tem censura ou contrariedade deles. Aos que prezam o país e que assistiram o golpe com participação de nossos recursos de socorro social - justiça, polícia, legisladores e até alguns considerados cultos - sobrou o pasmo e desencanto de ver nosso país vendido em seu patrimônio e futuro que se desenhava. A dor dos dignos foi avassaladora por terem tido uma década de progressiva recuperação social e econômica e, de repente, pela ação de vendilhões ver tudo se perder foi dose! Dose de veneno às expectativas que se derramam sobre os descendentes. Como conciliar esse sentimento que vem da alma e da dignidade com eventual hipocrisia de tratar aos demais quando não se consegue sopitar a amargura? Gerou-se assim o ora explicito impulso que nos faz pensar em separações,divisões e muito sentimento que será criador de preconceitos pela inadmissibilidade de aceitação da venda de nosso país. Se ficarmos sob coturnos nacionais ou não, roubando-nos por ordem dos EUA, será difícil, muito difícil, a reconciliação nacional. Não temos perspectivas de auxilio de fora como tiveram os franceses para expulsar os invasores. Enquanto houver um pingo de vergonha, os brasileiros com dignidade estarão estigmatizados pela dor de ver seu país sob jugo e com colaboração de seus concidadãos. Triste e desolador. Sem bombas fomos capitulados por nossas defesas. Tudo por $$$." É como define meu amigo...
    16\04\17

    PAÍS DA PIADA PRONTA
    Essa frase de um humorista da mídia parece que veio para ficar. Conta a anedota que um certo conquistador de cidade do interior estava tendo romance adúltero com a esposa do barbeiro e este, sob desconfiança, estando a barbear o conquistador quis fazer uma prova e lhe diz - Ouvi dizer que você tem sucesso com mulheres e tem conquistado muitas... e o ora freguês, que sentia a lâmina da navalha em seu pescoço em manejo pelo barbeiro,prontamente responde - Quem, eu? Nada disso, eu até que sou meio 'fresquinho'... e logo saiu do salão sob o pavor da situação. Aqui no nosso Brasil essa piada parece ser endêmica. Quando as personagens são chamadas a responder por suas ações ou deveres: AMARELAM. Já presenciáramos em 1964, quando os americanos deslocaram uma força naval para impor seus caprichos ao país, nossos valorosos fardados foram logo dizendo...-não precisam fazer nada! nós mesmos damos o golpe, basta dizerem o que querem! E fizeram tudo o que lhes foi mandado... Agora, em nova fase de progresso do país tivemos êxito em pesquisas e nos tornamos modelo em extração de petróleo de camadas no pre-sal. Novamente os mesmos ávidos vizinhos do Norte torceram o nariz e qual lobo da fábula de Esopo ou La Fontaine, ameaçou - vamos nós retirar esse petróleo! Já prepararam um juiz com suas doutrinas e instruções para convulsionar o meio de campo e avisaram - nosso juíiz é intocável, quem não quiser aceita-lo será preso. Imediatamente todo o corpo togado, embora superior na estrutura da casta passou a lhe render homenagens/vassalagem. Para não haver dúvida do acatamento às ordens, as fardas todas ofereceram suas valiosas e raras em concessão, medalhas que honram toda sua glória e bravura! Isso feito, bastou distribuir funções - um ministro a se conluiar com pelego para programar o golpe e arrecadar meios que serviriam para disfarce, via fiesp sempre fiel a essas causas, e dar álibi aos outros que continuariam 'probos e respeitáveis'. No julgamento, ajeitado, já que não havia lei a estabelecer, o próprio presidente daria o ar de sua graça, cronometrando falas dos capachos adrede comprados pelos dólares de sempre (como em 64), e com ar 'blase' diria que o Direito seria o que os beócios em ódio quisessem... quase dizendo - eu? dizer o Direito? Até que sou meio fresquinho!

    sexta-feira, 14 de abril de 2017

    14\04\17
    É bom explicar que ATUARIA é a ciência que cuida de cálculos de meios para prevenção´de gastos de previdência ou quaisquer que devam ter cuidados pela projeção de seus efeitos futuros. Assim se previnem as empresas quanto aos seus objetivos. Tem sido comum o já conhecido PDV com que Bancos e empresas estatais procuram realinhar seus quadros para adaptar custos. É comum que procurem rejuvenescer estes, já que a saúde é componente à produção. Há preocupação de se encolher o horário de trabalho para aumento de produção porque a fadiga gera sua diminuição e acidentes. Mas, como aqui no Brasil domina a petulância e se põe gago para discursar, estamos assistindo um cômico pacote legislativo que irá se constituir em uma BOMBA DE TEMPO, qual um tiro que se desfere ao próprio pé. A 'reforma' de previdência será um gerador de miséria. Veja-se que sem perspectiva de se aposentar todo o contingente de trabalhadores ficarão, já sem suas melhores condições, 'amarrados' a empregos que lhes deem sobrevivência. Serão mendigos a pedir permanência em seus postos para não sucumbir, já que não tem como encostar seus corpos cansados. Ao mesmo tempo estarão ocupando lugar de gerações novas que necessitam ter seu começo de vida laboral. Será a guerra de interesses econômicos que, claro, se fará vencida pelo capital (empregadores) mas com a aética condição de desprezo pela face humana nos relacionamentos. A redução de salários e produtividade serão automáticos nesse quadro. Em escala também afetarão o comércio e indústria. Ou seja, cria-se um circulo para o mal. Se o intuito for o de salvar o caixa da previdência impõe que se veja o preço humano injusto e imoral. A sociedade é a projeção da família. Pode-se comparar o quadro nacional em armação a um quadro familiar em que o jovem filho ficará deitado no sofá por não ter como arranjar um emprego enquanto seu alquebrado pai vai se arrastando para o sustentar. E essa imbecilidade oficial será enfeitada pela moldura de um massa chamada TERCEIRIZAÇÃO que ajudará a podar meios salariais ou garantias de empregos já conseguidos ou apenas desejados. TRISTE PAIS CONDUZIDO POR UM ANÃO MORAL.

    quinta-feira, 13 de abril de 2017

    A brasilidade da sociedade brasileira

    A recuperação social obtida e elogiada pelo mundo pode ser detonada para a satisfação de uma camada de preconceituosos que tem ódio mórbido pelo fato de ter sido promovida por um homem que honrou e foi coerente em sua luta pelo país

    Por Maria Fernanda Arruda – do Rio de Janeiro
    É de causar  espanto a um frade de pedra a forma de como reage a sociedade, a mídia safada e venal, no ensandecido furor que estamos assistindo por parte do que deveria merecer nome de gratidão ou louvor. O país pode ir ‘à breca’, todos os recursos ou reservas ainda mantidos podem ser entregues ao comando dos EUA.
    A recuperação social obtida e elogiada pelo mundo pode ser detonada para a satisfação de uma camada de preconceituosos que tem ódio mórbido pelo fato de ter sido promovida por um homem que honrou e foi coerente em sua luta pelo país…mas tinha origem inusitada de migração e pobreza! É incrível por reunir iletrados e pretensiosos, coxinhas e invejosos.
    A mídia paulistana, caudatária de globo que é braço capacho norte-americano, não se dá nem a examinar quando tem ‘fumus’ de uma possibilidade de atacar. Sabe, pérfida como é, e sob togados venais, que lhe basta um desmentido para sanar suas investidas levianas e caluniosas com que o ataca.

    Presidenta golpeada

    Inimigos políticos derrotados e frustrados levantam campanhas odiosas, em coro, para atingi-lo ainda que dando mais prejuízo a sociedade como fizeram FIESP e seus Skafajestes. Entidades que deveriam primar pela ordem, o Direito e a Lei, como a Policia Federal, se dão ao direito de ser comitê eleitoral para oposição. Com atuações estapafúrdias, logo perdoadas, de terem colocado a imagem da presidenta que o seguiu como alvo em seus exercícios de tiro. Ou tolerar toda sorte de insulto à chefe da nação (e deles). Tal como os fardados que, mesmo sem regeneração de seu golpe de 64, já se colocam à disposição dos novos golpistas pró-EUA.
    A trama dos togados, em acompanhamento ao espião norte-americano, juizeco imaturo, chega ao desplante de reunir suas prerrogativas contra o país para, negando que seu perseguido pudesse colaborar com a presidenta golpeada, impedi-lo de compor seu governo. Podemos ver  que todo esse ódio e inveja se dá sobre quem mais trabalhou pelo Brasil e sua sociedade.
    As estatísticas dão conta do crescimento do país e seus números. Mais do que isso, ele corrigiu o rumo da dignidade nacional lesada que foi por um cabotino que o antecedeu e bajulava um Clinton com humores ou pendores sexuais. Sem dúvida todo esse movimento tem ativa condução dos EUA, como foi o de 1964, com jogo sujo de compra de fardados e degenerados outros. Mas, por que a sanha em cima do homem que só nos deu progresso e orgulho de ser brasileiros?  Medo?

    Mentes sórdidas

    Está na redes uma fala do ex-ministro da defesa, jurista que presidiu o STF e que já teve oportunidade de desmentir uma falseta do Gilmar que queria fazer falsa acusação, fictícia, para tisnar a imagem dele. É de ser lida essa fala por ser de quem teve experiências múltiplas desde a elaboração da Constituição até ocupação de ministério, e bagagem de jurista respeitável.
    E o país, que nessa jogada vil e inconsequente de tantos jornalixos e  frustrados e invejosos vai sendo dilapidado de seus bens, no arrastão odioso patrocinado pelo inimigo? Ninguém vê? Ou ninguém quer ver?  Como diz o citado ex-ministro, Jobim, todos querem a prisão de Lula, com ou sem fato criminoso. É uma sanha semelhante ao fanatismo religioso que deve ser inspirado pelos demônios que povoam mentes sórdidas – sujas como poeira que se deposita em capachos.

    
Maria Fernanda Arruda é escritora e ativista digital.