domingo, 15 de janeiro de 2017

humana. Para que o sexo possa ser desejado e realizado como alegria e hino à vida.
Os marginais que pracaram o estupro múlplo de uma jovem de 16 anos serão iden*cados,
presos, julgados e condenados (suavemente). Os acoitados pela ditadura que torturaram,
violentaram e mataram uma menida de 8 anos *caram sob a proteção do poder. Os que
estupraram nos subterrâneos do DOI/CODI foram anisados e puderam percorrer os corredores
dos palácios da "demoocracia consenda." O machismo dos notáveis líderes polícos brasileiros
dos nossos dias passa por poucos comentários, ao ser desnudado na linguagem desabridamente
grosseira dos diiálogos gravados pelos "delatores premiados".
Voltemos agora ao princípio: a ditadura imposta em 1964. A experiência não se repete agora,
pois que de fato a História não comporta repeções. Em 2016 estamos experimentando o golpe
de Estado envergonhado e vergonhoso, baseado em interesses pequenos de homens vis. Muitos
brasileiros não aceitam a encenação armada por um circo mambembe, que se exibe com Ktulo
e rótulo muito evidentes: "bie, bie, Brazil". Uma novela menrosa e machista, que tenta
deformar a respeitabilidade de uma mulher. Se, um dia, uma muldão optou por Barrabaz, hoje
um pequeno grupo de homens pequenos inocenta Eduardo Cunha e pede a vida de Dilma
Rousse3. Ela suportou a tortura, sem denunciar. Ela deu rumo ao governo Lula, quando ele se
senu sem leme e sem roteiro. Ela é mulher, e isso as *guras que povoam a políca brasileira
não perdoam: precisam estupra-la, exaltando as mulheres belas, recatadas e do lar.
O estupro não se praca apenas contra a Presidente eleita por 54 milhões de brasileiros, mas
contra todos eles, contra nós. O ministério Michel Temer praca o estupro colevo, composto
por anões, ladrões, menrosos, incompetentes. Hoje as mulheres estão nas ruas, enfrentando a
violência dos policiais da Gestapo de São Paulo. E são mulheres, senadoras e deputadas, que
fazem ouvir as suas vozes, defendendo a República e a Democraciahumana. Para que o sexo possa ser desejado e realizado como alegria e hino à vida.
Os marginais que pracaram o estupro múlplo de uma jovem de 16 anos serão iden*cados,
presos, julgados e condenados (suavemente). Os acoitados pela ditadura que torturaram,
violentaram e mataram uma menida de 8 anos *caram sob a proteção do poder. Os que
estupraram nos subterrâneos do DOI/CODI foram anisados e puderam percorrer os corredores
dos palácios da "demoocracia consenda." O machismo dos notáveis líderes polícos brasileiros
dos nossos dias passa por poucos comentários, ao ser desnudado na linguagem desabridamente
grosseira dos diiálogos gravados pelos "delatores premiados".
Voltemos agora ao princípio: a ditadura imposta em 1964. A experiência não se repete agora,
pois que de fato a História não comporta repeções. Em 2016 estamos experimentando o golpe
de Estado envergonhado e vergonhoso, baseado em interesses pequenos de homens vis. Muitos
brasileiros não aceitam a encenação armada por um circo mambembe, que se exibe com Ktulo
e rótulo muito evidentes: "bie, bie, Brazil". Uma novela menrosa e machista, que tenta
deformar a respeitabilidade de uma mulher. Se, um dia, uma muldão optou por Barrabaz, hoje
um pequeno grupo de homens pequenos inocenta Eduardo Cunha e pede a vida de Dilma
Rousse3. Ela suportou a tortura, sem denunciar. Ela deu rumo ao governo Lula, quando ele se
senu sem leme e sem roteiro. Ela é mulher, e isso as *guras que povoam a políca brasileira
não perdoam: precisam estupra-la, exaltando as mulheres belas, recatadas e do lar.
O estupro não se praca apenas contra a Presidente eleita por 54 milhões de brasileiros, mas
contra todos eles, contra nós. O ministério Michel Temer praca o estupro colevo, composto
por anões, ladrões, menrosos, incompetentes. Hoje as mulheres estão nas ruas, enfrentando a
violência dos policiais da Gestapo de São Paulo. E são mulheres, senadoras e deputadas, que
fazem ouvir as suas vozes, defendendo a República e a Democraciahumana. Para que o sexo possa ser desejado e realizado como alegria e hino à vida.
Os marginais que pracaram o estupro múlplo de uma jovem de 16 anos serão iden*cados,
presos, julgados e condenados (suavemente). Os acoitados pela ditadura que torturaram,
violentaram e mataram uma menida de 8 anos *caram sob a proteção do poder. Os que
estupraram nos subterrâneos do DOI/CODI foram anisados e puderam percorrer os corredores
dos palácios da "demoocracia consenda." O machismo dos notáveis líderes polícos brasileiros
dos nossos dias passa por poucos comentários, ao ser desnudado na linguagem desabridamente
grosseira dos diiálogos gravados pelos "delatores premiados".
Voltemos agora ao princípio: a ditadura imposta em 1964. A experiência não se repete agora,
pois que de fato a História não comporta repeções. Em 2016 estamos experimentando o golpe
de Estado envergonhado e vergonhoso, baseado em interesses pequenos de homens vis. Muitos
brasileiros não aceitam a encenação armada por um circo mambembe, que se exibe com Ktulo
e rótulo muito evidentes: "bie, bie, Brazil". Uma novela menrosa e machista, que tenta
deformar a respeitabilidade de uma mulher. Se, um dia, uma muldão optou por Barrabaz, hoje
um pequeno grupo de homens pequenos inocenta Eduardo Cunha e pede a vida de Dilma
Rousse3. Ela suportou a tortura, sem denunciar. Ela deu rumo ao governo Lula, quando ele se
senu sem leme e sem roteiro. Ela é mulher, e isso as *guras que povoam a políca brasileira
não perdoam: precisam estupra-la, exaltando as mulheres belas, recatadas e do lar.
O estupro não se praca apenas contra a Presidente eleita por 54 milhões de brasileiros, mas
contra todos eles, contra nós. O ministério Michel Temer praca o estupro colevo, composto
por anões, ladrões, menrosos, incompetentes. Hoje as mulheres estão nas ruas, enfrentando a
violência dos policiais da Gestapo de São Paulo. E são mulheres, senadoras e deputadas, que
fazem ouvir as suas vozes, defendendo a República e a Democracia.humana. Para que o sexo possa ser desejado e realizado como alegria e hino à vida.
Os marginais que pracaram o estupro múlplo de uma jovem de 16 anos serão iden*cados,
presos, julgados e condenados (suavemente). Os acoitados pela ditadura que torturaram,
violentaram e mataram uma menida de 8 anos *caram sob a proteção do poder. Os que
estupraram nos subterrâneos do DOI/CODI foram anisados e puderam percorrer os corredores
dos palácios da "demoocracia consenda." O machismo dos notáveis líderes polícos brasileiros
dos nossos dias passa por poucos comentários, ao ser desnudado na linguagem desabridamente
grosseira dos diiálogos gravados pelos "delatores premiados".
Voltemos agora ao princípio: a ditadura imposta em 1964. A experiência não se repete agora,
pois que de fato a História não comporta repeções. Em 2016 estamos experimentando o golpe
de Estado envergonhado e vergonhoso, baseado em interesses pequenos de homens vis. Muitos
brasileiros não aceitam a encenação armada por um circo mambembe, que se exibe com Ktulo
e rótulo muito evidentes: "bie, bie, Brazil". Uma novela menrosa e machista, que tenta
deformar a respeitabilidade de uma mulher. Se, um dia, uma muldão optou por Barrabaz, hoje
um pequeno grupo de homens pequenos inocenta Eduardo Cunha e pede a vida de Dilma
Rousse3. Ela suportou a tortura, sem denunciar. Ela deu rumo ao governo Lula, quando ele se
senu sem leme e sem roteiro. Ela é mulher, e isso as *guras que povoam a políca brasileira
não perdoam: precisam estupra-la, exaltando as mulheres belas, recatadas e do lar.
O estupro não se praca apenas contra a Presidente eleita por 54 milhões de brasileiros, mas
contra todos eles, contra nós. O ministério Michel Temer praca o estupro colevo, composto
por anões, ladrões, menrosos, incompetentes. Hoje as mulheres estão nas ruas, enfrentando a
violência dos policiais da Gestapo de São Paulo. E são mulheres, senadoras e deputadas, que
fazem ouvir as suas vozes, defendendo a República e a Democracia.humana. Para que o sexo possa ser desejado e realizado como alegria e hino à vida.
Os marginais que pracaram o estupro múlplo de uma jovem de 16 anos serão iden*cados,
presos, julgados e condenados (suavemente). Os acoitados pela ditadura que torturaram,
violentaram e mataram uma menida de 8 anos *caram sob a proteção do poder. Os que
estupraram nos subterrâneos do DOI/CODI foram anisados e puderam percorrer os corredores
dos palácios da "demoocracia consenda." O machismo dos notáveis líderes polícos brasileiros
dos nossos dias passa por poucos comentários, ao ser desnudado na linguagem desabridamente
grosseira dos diiálogos gravados pelos "delatores premiados".
Voltemos agora ao princípio: a ditadura imposta em 1964. A experiência não se repete agora,
pois que de fato a História não comporta repeções. Em 2016 estamos experimentando o golpe
de Estado envergonhado e vergonhoso, baseado em interesses pequenos de homens vis. Muitos
brasileiros não aceitam a encenação armada por um circo mambembe, que se exibe com Ktulo
e rótulo muito evidentes: "bie, bie, Brazil". Uma novela menrosa e machista, que tenta
deformar a respeitabilidade de uma mulher. Se, um dia, uma muldão optou por Barrabaz, hoje
um pequeno grupo de homens pequenos inocenta Eduardo Cunha e pede a vida de Dilma
Rousse3. Ela suportou a tortura, sem denunciar. Ela deu rumo ao governo Lula, quando ele se
senu sem leme e sem roteiro. Ela é mulher, e isso as *guras que povoam a políca brasileira
não perdoam: precisam estupra-la, exaltando as mulheres belas, recatadas e do lar.
O estupro não se praca apenas contra a Presidente eleita por 54 milhões de brasileiros, mas
contra todos eles, contra nós. O ministério Michel Temer praca o estupro colevo, composto
por anões, ladrões, menrosos, incompetentes. Hoje as mulheres estão nas ruas, enfrentando a
violência dos policiais da Gestapo de São Paulo. E são mulheres, senadoras e deputadas, que
fazem ouvir as suas vozes, defendendo a República e a Democracia.