quarta-feira, 12 de abril de 2017

12\04\17

Fica como ridículo um país que tem sua diplomacia teoricamente preparada para sua representação deixar que, paralelamente, dê vexame no exterior pela ação de servidor do poder JUDICIÁRIO. Quem leva criança em visita corre risco de inconvenientes. Crianças nem sempre falam ou comem o que devem por sua infantilidade. Nesse caso há abrigo e compreensão de quem hospeda ou recebe. Fica a vergonha reservada aos pais. Mas quando se trata do país e a puerilidade é de um emissário com representação permitida (ousada), o vexame recai sobre todos. Vergonha é aquele sentimento que se disfarça e não se expõe. Ninguém pode evidenciar sua ignorância ou excesso dela quando tem sob seu cuidado a imagem de um povo que nunca foi consultado sobre essa atuação. É o caso de um juiz que se pôs de vedete e tem acumulado vergonhas. Se não bastasse suas diatribes nacionais de vazamentos seletivos a determinada mídia, de sua manifesta parcialidade em 'escolher' quem pode delatar e o quê, de sucumbir às peitas de mídia interesseira e mais desvios, agora vem de fixar conceito irracional a ponto de merecer visão de estupidez. Se já era certa a visão de que protegia com tarjas os nomes de seus escolhidos em processos, agora deu-se ao inominável desejo de fixar defesa prévia aos crimes de sua casta. Vem de dizer em ambiente de universidade estrangeira que recebimento de propina pode ser 'aceitável' se mantida em contas no exterior e que só se torna condenável se vier a ser usada em suprimento de caixa '2'. É a exposição da malandragem! Prepara ardilosamente seus passos para sua ação deletéria de juiz incapaz e sem estofo para a missão. Está 'criando' qualificação para dizer quem "é bom ou mau ladrão..."ou emprestando cheiros a dinheiro oriundo de roubos. subornos e demais corrupções. Se o corrupto mantiver sua 'arrecadação' em paraísos fiscais tem indenidade. Isso, claramente não cabe na compreensão de ninguém e nem é crível que o próprio pense assim. Mas o pasmo é que queira ter a malícia pública,internacional, de 'vender seu peixe', podre, com um desplante que envolve a todos os brasileiros pelo acinte e escárnio à decência. Vexame que recai aos seus superiores hierárquicos que não lhe dão os limites devidos. Tão bem pagos e tão levianos em suas missões...