segunda-feira, 17 de abril de 2017

É clássica e permanente a conceituação de que 'nossa' proba justiça e seus cabotinos juízes só condenam pretos, pobres e prostituta , e ora agregaram petistas por obra e arte vindas de Curitiba. Mas, não bastante essa conduta de togados institucionais que exibem os vacilos e impropriedade de seus padrinhos de carreira, papais e sogros desembargadores ou ministros de cortes superiores,  constatamos que tal imoralidade é inerente à função. Registramos que em processo em que está cobrando há tempos a devida e valiosa paga fiscal de um "pobre" Banco ,os probos julgadores fizeram por perdoa-los - à custa do tesouro ao qual deveriam zelar. Poderia tratar-se de legítima justiça. Mas há, no caso, detalhe que escancara mutretas. Pois,no curso do 'processo' foi necessária a destituição do honrado relator por ter recebido suborno da parte... se cederam  foros de credibilidade a delações extorquidas mediante prisões atrabiliárias em âmbito de processos políticos sob disfarce de corrupção, como se julgar decente corrupção ativa de réu desse processo? Vi e li crítica  de indignado que verberou a sentença (por maioria de 5 a 3) e que gerou a felicidade de todos - um ex-relator, livre, rico e solto, seu substituto e seus pares em igual condição de fortuna e os banqueiros mais ainda pela satisfação de ter comprado a todos e ainda com economia de meios já reservados para compra futura de juízes se fosse preciso haver essa etapa. Votos a favor de Bancos dão impulso a carreiras mais do que anos de dedicação...Esse episódio vem bem a propósito neste mês em que 'nossotros' estamos preocupados com os leões do mesmo IR que se esmeram em achar qualquer quirera fora de código nos 'ajustes' de assalariados e já são sugados antecipadamente ao exercício fiscal. A legislação que vem da era nefasta de fhc e dá benesses às grandes fortunas passa 'in albis' às criticas da mídia...e resta à sociedade engolir os dignos julgadores com togas ou com cofres que se rejubilam no regime.  Nada como os sinais de pre-liberalismo para a felicidade da 'nomenklatura' brasileira.  E 25 bilhões ficam sob manejo e manipulação de êmulos de 'moros', de igual leviandade. Suborno havido nada prova e NÃO-VEM-AO-CASO...em nosso Brasil de anões e ladrões.