quinta-feira, 20 de abril de 2017

AUTO PROMOÇÃO DEGRADANTE


Esta circulando nas esferas informais entre as quais o facebook, um texto de propaganda tipo auto enaltecimento de pseudo elogios à formação do musso de Curitiba. Segundo essa página digna de folhetim, o dito é de 'preparo' ímpar (ainda bem) apreciador dos "classicos" dos quais só foi citado Maquiavel (o que tem algum sentido por sua sanha maquiavélica), mas passando por um preparo de artes marciais, talvez comparável ao Collor que se jactava de seu Ippon e nos meteu em decadência moral e material. Segundo essa mídia seria faixa preta em algumas modalidades de luta, além de atirador e até valente por ter formação tal ou qual.  É de pasmar se ver esse predicados proclamados em juiz que está exibindo desrespeito ao CPP e metendo os pés pelas mãos a ponto de dar estranheza por tanto desmando. Qual seria o intento dessa absurda manifestação?  No mundo normal já mereceria apelido de galinho garnizé! como se diz de homenzinho covarde que arrota valentia. Fica mais evidente sua intenção de se destacar ao dizer TEMPLÁRIO, como virtude. Virtude de que? Ninguém desconhece a pretensão romântica e ficcional dos maçons em ser heroicos e de terem eleito esse modelo literário para cobrir seus espelhos que, sem essa cobertura só mostra desonestidade e proveito exclusivo e privilégios que se outorgam entre si. Maçons se organizam como máfia e se dão direito a ajuda mútua de 'quebrar galhos' dos delinquentes da casa e
se promoverem ao arrepio de mérito para formação de casta.  Em conclusão, a autopromoção que circula pode emocionar a genitora e progenitora do dito galinho garnizé...e só.  Mas em termos de posição de um juiz é mais uma nódoa que aumenta o encardimento de sua posição dentro do Judiciário.  Sua propaganda deslustra o Poder em si e compromete o decoro devido e postura de discrição que deveria ser o padrão por presumir decência - ainda que duvidosa.



A paráfrase do título propositalmente remete ao célebre romance de Dostoievski por ter a conotação da angústia similar focalizada naquele e que ora atinge a nós brasileiros. Por uma década experimentamos um crescente orgulho de ver a recuperação pós ruína que foi a era fhc. Os dois primeiros anos de Lula nem entram na conta já que foram de mera recuperação do desastre. Mas, a seguir, vimos um novo Brasil a olhar para o futuro e investir em seu maior patrimônio, seu povo. Diz disso, acima de minhas palavras, as estatística do salário mínimo e ganhos dos programas de recuperação social atestados pelo DIESE (salario familia, minha casa minha vida etc) além de medidas na saúde e proteção a idosos (farmácias e distribuição de remédios). Nem todos deram valor mas foi essa política que transformou a crise mundial de 2008 em simples 'marolinha' em nosso país. Foi, com a malícia da mídia maldita, ridicularizada, mas basta compulsar os dados e se tem de reconhecer que o presidente deu um 'banho' de bom senso aos teóricos economistas -todos - ao jogar valor ao mercado interno e sobrejujar a crise. Mas a visão do estadista foi além. Com seu vínculo de origem nordestina, teve descortino para empreender plano centenário (de gaveta) e dar a mais forte contribuição para minorar o sofrimento causado pelas secas do pedaço em que nasceu. Obra essa que se compara em tamanho à construção da capital e com igual quantidade de criticas
dos invejosos. Sob essa visão e empenho administrativo o Brasil cresceu. Foi guindado de décima terceira à sexta potência no ranking em que se mede poder econômico/social, além ter sido consagrado no mundo pelo sucesso de recuperação social e combate aos desassistidos (dado como exemplo e copiado). Nós passamos a ter presença digna, sem bajulações ignóbeis, no desempenho diplomático a nos fortalecer, todos, na recuperação do orgulho perdido. MAS, como no romance citado, veio um juiz (em nosso caso um simulacro) que em seu grupo disse ter convicção de crime... SIM. Houve o crime de subversão de valores tradicionais em que sempre se fazia pelos banqueiros e gananciosos empresários e se direcionou atenção a carentes - mas tão ou mais brasileiros do que todos! CRIME?  Claro! Se temos uma justiça que prima por condenar os PES (pobre, preto,prostitutas e petistas), como deixariam de condenar?Ache-se crime e se não for achado condene-se por falta dele. Essa passou a ser a ordem de raciocínio togado que evoluiu com alento de dólares americanos a ponto de se golpear a presidenta que continuava a obra. E resultado disso? ESCATOLÓGICO...togados arrogantes transferiram, ao arrepio da lei e do Direito, o mandato de quem conduzia nosso pais ao grupo infecto de golpistas, capachos como eles, servis ou mercenários dos EUA. PODERIA HAVER MAIOR CASTIGO?
NÓS MACUNAÍMAS - Como diria tal personagem - Ai que preguiça! Em pleno baile preparado com meios dos EUA, veio um grupo maligno e jogou 'pó-de-mico' no salão! Mas sabia o grupo que mesmo em pânico a preguiça dominaria. Tal como o STF que é exemplar, os trabalhadores e seus sindicatos ficaram em doce contemplação ao gestual e da coceira provocada. Como se fossem os ministros togados que marcam pauta para daqui a dois anos para julgar o golpe nefando de um anos atrás...por desencargo de consciência vão celeremente marcar um greve importante...para o mês que vem! Se fosse para combater um incêndio não haveria nem fumaça quando chegassem. E que greve! Será de um dia? meio dia? horas?ou vamos para o tudo ou nada e será por tempo indeterminado? Dá a impressão de que essa greve obedece ordens da fiesp...Os skafajestes de lá devem estar morrendo de medo ou de rir! Eles que coordenaram o golpe NUNCA cogitaram de estar lidando com massa tão mansa! Já devem estar em tratos de mais medidas a favor do capital - talvez de novo escravagismo, atendendo uma interpretação do gosto dos servos mansos. Como previriam que nada haveria em reação? Agora terão que bolar mais golpes já que tirar direitos dos escravos é tão fácil como tirar doce de criança.


JCdoB

Antes de ser oficialmente descoberto o Brasil foi dividido. Casas reais de Portugal e Castela, se reuniram em Tordesilhas e combinaram quem ficaria com o quê. Nessa era, sem grande avanço de técnica e até geografia, já tinham a expertise ministrada pela Inglaterra para suas navegações e conquistas territoriais. Quando Cabral aqui chegou tomou posse do lado português sem sequer saber que pouco além da costa já teria outro rei a quem teria de ceder sua obra.  Hoje as coisas se fazem com mais calculo de vantagens. Os discipulos de John Bull, já sobrinhos do Tio Sam, preferiram estudar antes para não comprar gato por lebre. Embora tivessem ciência e segurança de seu poder, ao sentirem que um único heroi os pôs fora de Cuba, trataram de avaliar a índole dos habitantes de suas reservas. Em 1964 deram missão a um coronel (Walters) para excursionar e examinar o grau de resistência dos locais. Afinal a História tinha registro de um tal Simon Bolivar e não convinha facilitar. Mas nem precisou de muito empenho.  Os locais, garbosos fardados e cantores de hinos sonoros, nada enfrentavam. Deram de mão beijada tudo. Fizeram um levantamento geral, transferiram indios para bem examinar até o subsolo, e colocaram tudo em seu computador.  Estavam na aferição de calculo de custo/benefício quando surgiu noticia do pré-sal. Aí viram que não mais poderiam esperar. Haveria risco de mais algum 'aventureiro colocar a coroa na cabeça" antes.  Só que haveria custos - os locais haviam aprendido nesse ínterim que poderiam ganhar algum nas vendas. Tinham tido lição com um 'maledeto' fhc, que lucrara muito...Montaram assim mais meios para essa ocupação (+ dinheiro para compra dos silvicolas aculturados). Tiveram de recorrer aos Soros (que nem era americano) e combinaram com Israel que tinha burras e, talvez, alguns burros. Assim, com meios abundantes, tudo compraram. Serviram-se de um trêfego togado de esculca, para abrir-lhes as portas e compraram a casta inteira por preço de 'atacado'. Alguns parlamentares foi como enganar criança usando uma ferramenta como cunha, arrombaram todos os himens de todos! Foram mais vivos do que os portugueses que convidaram espanhois para divisão do butim. Valeram-se dos olhos fechados dos chineses que também teriam meios, e ficaram com tudo. Como os de Israel preferem jogar nos bastidores para não expor fama de sugadores que os acompanha, ficaram os sobrinhos do Tio Sam com as rédeas.  E, à vontade, montam o cavalo manso, com pré doma feita em 64, e que até hoje lhes presta continência em posição de YES MEM ou YES MISTER !


GOLPE CARNAVALESCO QUE TINHA RATAZANAS SOB CARRO ALEGÓRICO 
Embora a significação desse título tenha ligação com fatos ou haja sua aplicação até em romances, ficou por força de seu uso exemplificado desde a literatura infantil, como como o sofrimento causado por sua continuidade ou por não se visualizar um fim. Hoje, quando já poderíamos pensar na independência do país (a segunda, a primeira foi só em relação a Portugal, como desavença entre pai e filho) do jugo dos EUA, que se fez em 1964 com colaboracionismo de nossas "gloriosas"fardas, eis que tudo recomeça... Os 21 anos de domínio delegado pelos EUA aos fardados pagos por nós, teve indesmentível caráter de suplício. Mesmo que se abomine as torturas e arrogâncias e roubos, por estarem contidas em números de poucos dígitos percentuais da população, ficam como surtos de uma peste ou endemia. Mas  a permanência de 21 anos sobre toda a população assumiu figura de suplício. Toda uma geração foi criada sob a influência maligna dos coturnos servis que recebiam instruções ou se revezavam no poder por escolha dos senhores americanos. Aos brasileiros conscientes foi como viver junto a um britadeira que martelava em sua dignidade: SÃO ELES QUE MANDAM !  Isso além de percepção fatal, ainda era evidenciado pelas atitudes pedantes de grande parte dos majorengos que exibiam empáfia de covardes protegidos pelos patrões. Quando nos anos 80, já amos e senhores  de todo nosso staff de poder, resolveram tirar seu time de campo em vista da dívida que se fazia assustadora e comprometia a todos -mandantes e servis mandados-, ainda sob essa condição, nós brasileiros respiramos como quem se livra do afogamento. Começamos a ensaiar passos de recomposição de nossa democracia em doce ilusão de novo tempo. Como aleijado que reaprende a andar demos curso a uma nova formulação constitucional mesmo com a adversidade de um 'centrão' que ainda era fiel aos invasores retirantes. Mas como praga recidiva bastou o país ensaiar uma condição de dignidade e altivez, de ter mostrado sua condição de progresso por vias próprias que surgiriam de exploração do pre-sal, brotou como nova manifestação do prurido anterior. A ânsia de ocupação de sua gleba -que foi mantida sob vigilância de uma mídia que dominavam e da força de ocupação feita pela fiesp. Com a aconselhamento hábil desses capachos deram início a nova ocupação. Serviram-se de seu sucesso obtido no Paraguai e vieram com essa 'expertise' para cá com as mesmas armas - TOGADOS.  Começaram com um frangote do Paraná, ainda formando suas penas, para enviar mensagens pré-programadas e que seriam acatadas por todos os superiores togados, já contratados via mercenarismo. E, com isso, estamos TODOS reentrando nos sofrimento do suplício chinês. Sem ter visão de fim, iremos suportar, além das tradicionais adesões de fardas, a das togas (juizes e procuradores que os seguem) a ditar rumos. Rumos óbvios de proveitos aos mesmos e aos que financiam os ocupantes. Já começaram o desmonte de empresas que eram invasivas em suas áreas, mandaram cessar estudos sobre progresso de energia nuclear (para serem bem claros prenderam quem cuidava disso) e já estão em levantamento geral de riquezas que levarão como troféus - Base de Alcântara, nióbio que se estava sem rumo exclusivo, e tudo o mais que seus estudos indicaram como proveitoso. O pré-sal, por si, cobrirá todos os gastos que estão antecipando com majoração de salários de togados e fardados. Aos servos da gleba, por enquanto, o suplício. E sem descarte de serem arreados para compor força bélica, se houver confronto com outros piratas.

nnn

A delação da Oderbrecht que ficou tempo entre ser ou não ser acabou acontecendo. E veio como se fosse uma enchente de rio cuja limpeza o picolé não cuidou (como sempre) e adentrou com seu cheiro de esgoto pelo comercio e mais depósitos em que estavam sendo usados para abrigo dos capachos. Tal enchente foi tão rápida que nem permitiu a retirada dos capachos mais 'vivos' e serem remetidos para o exterior. Ficaram molhados, ensopados e com o odor repugnante de suas naturezas que pouco viam de água na vida. Restou o recurso de internação hospitalar como alguns ministros ou o tarja preta usaram. Os demais ficaram em silêncio e pedindo via indireta que dessem socorro mesmo que com lei imoral para blindar políticos - pasmem-se todos mas isso é real!  Seguraram todos via fhc+´psdb que tinham o musso de Curitiba com foto em suas carteiras. Mas um tal Fachim desavisado ou agastado, ao invés de vazar para a globo e só os do PT,abriu a janela e deixou que todos os focas dos jornalixos vissem tudo. Tiveram que ver e tornar a ver que não havia virgem na zona. Causou espanto o montante dos valores que serviram de mamadeira aos pastores, doutores e mistificadores.  Ainda ficaram como última prenda na caixa de Pandora os nomes do 'probo' judiciário - típico segredo de Polichinelo já que com ou sem togas todos são vistos e sem dúvida conhecidos. Mas o que se deslindou foi que molhadas, as fantasias se descompuseram, descolaram e perderam o encanto.  E toda a plateia pode divisar quem titerava e conduzia o golpe. Nem era somente o presidente do STF que nada fez para o impedir e nem o nefasto gilmareco que conluiou-se em sua preparação. Ficou "claríssimo' que o roteiro ou GPS que orientava os cordões carnavalescos vinha dos EUA. Com a lavada sofrida pelos capachos por atacado nessa enchente, sobrou a voz do dono, e então a globo assumiu o comando geral. Passou a vociferar com sua malicia total como se nada tivesse vindo a público a a única preocupação nacional fosse a existência do Lula.  Sendo tal globo que em comum com a fiesp são os braços públicos dos EUA  (sua diplomacia se esconde para fingir decência) estamos assistindo os estertores da farsa que se fantasiou de golpe. ERA APENAS UM LANCE DE INVASÃO, quase repetição de 64, em que, após o teste do Paraguai foi posto em execução em ex-nosso Brasil. A globo com toda sua infâmia não conseguiria sustentar a batalha por muito tempo. Então começam a chegar os reforços paralelos. O exercito já está cooptando os traidores úteis (Huck, musso etc) para fazer figuração de normalidade enquanto ultimam com o parente a sacramentação de entrega do pre-sal e demais bens que querem levar para sua galeria de troféus. Com os direitos registrados podem até dar nova temporada de folga para seus servos pensarem que são independentes, como fizeram nos anos 80 para dar atenção a outros interesses. E os american boys fardados e agora também os togados irão brilhar em depoimentos da midia safada ou em desfiles com suas condecorações de fancaria. Viva nossa independência para inglês ver!

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    HÁ POUCOS DIAS, no facebook um dos participantes assíduos perguntava como podia um país do tamanho do Brasil estar sendo despedaçado...Naturalmente despertou respostas ou ânsias de lhe dar versão do porque isso se passava. Contestar essa dúvida ninguém sequer tentou. Como tudo se dá e passa nos dias que transcorrem, fica de pasmar que tal esteja acontecendo com consentimento geral. Mesmo quem não tem meios e recursos para opor resistência, fica pasmo com a aceitação indefinível, por escabrosa, de todas as forças de defesa do país.  Aplicando, como se faz em muitas áreas, a teoria de organicidade, se poderia dizer que o Brasil está como um grande boxeador e que, por ter sucumbido a pancadas recebidas, caminha como quem sofreu uma lobotomia. Incapaz de ser o país que vinha a passos positivos recuperando desastrosas entregas  de seus meios e riquezas em passado recente, que além da recuperação material, conseguia uma mais valiosa 'social'. Esta com retumbante acolhida e reconhecida fora de nossas fronteiras. Havia ganhos paralelos de caráter, obtido face aos demais países pela postura de dignidade, substituindo a submissão e bajulação anterior, quando nossos diplomatas se descalçavam sob ordens americanas. Faltava, naturalmente, muito empenho e tempo para recuperar sentimento de patriotismo que desde 1964 foi solapado pelo exemplo repelente exibido por fardados que optaram por obedecer os sobrinhos do Tio Sam com calhorda covardia de usar as armas do país contra seu próprio povo. Mas sempre se esperava que o tempo daria por si esse retorno com a previsão já firmada em lei de recursos do pré-sal serem direcionados a essa base - saúde e educação. Ao exame do efeito de um ódio, proposto e fomentado pela mídia calhorda que prega e doutrina seus leitores e ouvintes, vimos ruir todo esse crescimento. Primeiro veio o recado de partido derrotado em eleição e seu perdedor jurando sabotar a governabilidade usando o legislativo a bloquear qualquer ato ou projeto ainda que fosse pelo intento do título 'DESPEDAÇAR  O PAÍS'.  Era o 'recado' dos capachos já cooptados mediante dólares e que já estavam articulados e pagos pelo mesmo invasor de 1964.  Agora veio, por delações, confirmação até do valor empregado na 'compra' de dezenas de deputados e outros legisladores para promover um golpe. Golpe que iniciaria o despedaçamento de que falamos. Mas, sozinho, nem todo o poder legislativo poderia dar esse golpe. Nossa Constituição previa uma segurança por meio de uma Justiça a imperar nesses conflitos. Mas...que justiça seria essa em que ministro do STF figurava entre articuladores golpistas sob doce apreciação de seus pares? Quando em rito 'arranjado' se fez sessão para o golpe, que seria a hora H, veio à tona a omissão mais comissiva que já se viu, em o presidente do STF deixar in albis seu dever de dizer o DIREITO e o relegar aos beócios em ódio essa decisão. Como um Pilatos, desmunhecando em sua covardia, entregou a presidência aos capachos do Tio Sam. Mas não era tudo. A seguir os passos céleres da nova rodada mais do clareava a origem do golpe. Um parente em rápida colaboração com o frangote togado do Paraná iniciou a entrega do pre-sal. Com o ignominioso silêncio dos patriotas remunerados/profissionais (fardados e paisanos) começou a ser 'dado' o nosso petróleo, que se seguiria a outros atos que imolariam pesquisas sobre energia nuclear e entrega de empresas ou apoio para mais recursos de defesa. Quase se pode dizer que o gigante lobotomizado deitou-se para servir de tapete ao seu lobotomizador - com anuência e continência e bater de calcanhares de fardados e mais degenerados do Brasil. Bem dizia o cabotino fhc - VIVE LA FRANCE, em seus arroubos de capachismo. Hoje é vivas ao TIO SAM!
    Alô, Esquerdas... Indignai -vos!
    O criador do mensalão foi condenado e não está preso (Eduardo Azeredo- PSDB)! É esta diferença que deve estar explícita na manifestação (em cartazes) .
    Assim como citar Pedro Parente e Maria Silvia, réus e nomeados. O número do processo está no Google, prejuízos causados a Petrobrás !
    Vamos massificar estas informações!
    Todos os cartazes com fotos, falando de serviço profissional. Moro com Aécio na premiação da Isto É, Doria com Odebrecht e Cunha em seu programa de TV, a conclusão do TCU sobre seu desvio na Embratur.
    quem cresceu ou viveu no interior, conhece vida rural pode ter presenciado a 'doma' de cavalos. Há uma luta que parece não ter como o domador conseguir seu intento... Mas a duração de batalha acaba cansando e o potro se entrega. Às vezes os mais lutadores se tornam os mais obedientes. As reações que estamos observando estão mostrando essa regra na população. Acusaram chibatadas de fiesp e capachos e parecem cordatos em apenas esperar uma única manifestação para o dia 28. Quanto tempo durou a luta? Parece que os sindicatos já estão programando reuniões de fim de semana para curtir uma 'hora da saudade' em louvor ao tempo em que trabalhadores tinham direitos. Só falta usarem como introdução ao evento o hino dos EUA a mostrar sua aquiescência ao golpe. Só eu que estou sentindo isso?
    É da tradição longínqua que se faça um julgamento dos crimes, e para não sujar tal julgamento com desonestidade de um único juiz foi criada a forma de julgamento coletivo - JURI - em que pessoas ainda que leigas em normas jurídicas tem, pela cidadania a percepção e até interesse social procurem ver o remédio adequado, senão a punição devida ao criminoso.  Para melhor analise do golpe que feriu a sociedade brasileira parece adequado que ao menos sigamos essa fórmula que tem sido respeitada aqui, por vozes audíveis e que repetem mesma prática em todo o mundo.  Sintamos-nos, assim, como componentes de um tribunal em que examina o homicídio cometido contra nossa democracia. Com cassação de votos que legalmente expressavam a vontade e direito dos eleitores em sua maioria e em evento feito sob fiscalização oficial paga por todos.  Temos como objeto de nossa apreciação o crime. Sobre isso não há dúvida já que  se substituiu uma presidente e se gerou um pânico social com medidas impensáveis há um ano atrás, que afeta vida e sobrevivência de trabalhadores com concomitantes sorrisos e festejos de camada mais abonada da nação.  Segundo a praxe, a materialidade já se fez sabida com concurso de mão de obra de empresários, juízes, procuradores, policiais e políticos - o que engloba claramente quase ou a totalidade da classe que por comparação midiática poderíamos designar como 'nomenklatura' brasileira - com clara analogia a classe famosa que deu rumos sociais e bélicos a ex-URSS.  Não parece que possa ter escapado aos julgadores que se fez um conluio, para pasmo geral, em que ministro do STF se associou ao líder sindical tido como 'pelego' da Força Sindical, conhecido por ter ação política de oportunidade. Houve até seu pronunciamento promovendo sua ação em conjunto com o ministro, publicamente, e a dizer que não faltavam meios ($$), para essa campanha - o que era evidente pelas posições pessoais dos participantes. Mas teve mais. Para essa execução coletiva do golpe deveria haver um rito legal (na verdade isso era falso) a lei que previa impedimento era anterior à Constituinte de 1988 e foi feita uma 'mutreta' para adapta-la aos interesses políticos partidários dessa grei. Mas impressionou muito foi a ação quase cronométrica dos colegiado 'togado' do STF. Senão meçam-se tais atos:- havia há muito reiterados pedidos de cassação e denuncias de crimes atribuídos ao presidente da câmara de deputados conhecidíssimo por suas articulações escusas ou obscenas nos espaços de seu cargo com colocação de adendos de interesse venal em parágrafos 'plantados' em legislação de aprovação prevista, de interesse com endereço certo que quem o pagava a cada crime dessa ordem. Era já desqualificado por todas as correntes...menos para ser útil aos 'probos' ministros do STF que, o usaram dando tempo para que promovesse absurda votação para dar início a um processo em que pontificava a ficção de crime cometido sem qualquer prova além das falsidades que surgiram e embora vergonhosas ficaram como 'enganos' e sob desculpa de TCU que patrocinava os falsários de relatórios cujos julgadores os redigiam . Com arte e sob olhares  de paisagem o tribunal atrasou qualquer medida que impedisse o  Cunha e nos deu o vexame assistido aqui e nos exterior de ver deputados (alguns vestindo a bandeira nacional e a desonrando e outros até com confetes e serpentinas de carnaval a comemorar de forma burlesca e leviana o funeral da democracia que queriam, via ganhos de suborno, derrotar. O resto dessa ação criminosa foi decorrência dessa pantomima. A mídia, já paga, cuidou de minar  dúvidas, mesmo que deplorassem tudo e ainda propagava as falsidade em suas manchetes como apoio aos golpistas. O senado, sob comando paralelo de apoio ao conluio -mais uma vez urdido do exterior para dentro de nossas fronteiras por outro país - deu seguimento à farsa. Restava nos corações dignos a esperança pelo que seria último bastião (mesmo tendo sido visível a atuação de ministro na articulação) pela tradição de se ter uma JUSTIÇA que se prezasse e desse a voz que era de seu dever e proclamasse que toda essa comédia deixava de ter valor por ausência de causa NÃO HAVIA CRIME QUE SE IMPUTAVA PARA O PROCESSO !  E dentro do calendário esperou-se o dia em que se faria a sessão do juri composto pelos senadores sem mérito de conhecimentos jurídicos já que, eleitos por seus iguais, refletiam a pouca cultura que ainda campeia no país. Em tribunais de juri é assim mesmo.
     O presidente do STF, enfarpelado com sua rica toga de rigor ficou contando os minutos e segundos tomados pelos discursos e, para pasmo geral, deixou de dar a ÚNICA COISA DE SEU DEVER - A INTERPRETAÇÃO JUSTA DO DIREITO :esse que não era dele senão dos eleitores e cidadãos que todos sustentam e estavam sendo roubados em suas esperanças nessa trágica encenação.  A presidenta, vítima pessoal do crime que se cometia contra si com a sociedade que clamava por justiça ficou como falando a um muro de podres seres que abaixavam suas cabeças às verdades que levantava e sem coragem ou hombridade preferiam refúgio em risos forçados já que sabiam que tudo se fazia para obtenção de lucro financeiro de todos os integrantes do conluio. Era com se estivessem em conjunto 'batendo' a carteira da sociedade e rindo pelo sucesso de sua façanha criminosa - tudo, como frisado, com  ativa participação do PRESIDENTE DA MAIS ALTA CORTE DE JUSTIÇA.  TAL QUADRO emoldurou o golpe de 2016 cometido com colaboração criminosa de muitos (alguns não citados por terem agido nos bastidores como o cabotino ex-presidente que sem nenhum decoro dessa posição trabalhou em apoio à  golpista que se locupletava.  MAS O JULGAMENTO QUE EXAMINOU O COMETIMENTO DO CRIME NÃO CONCLUIU PELA AUTORIA REAL. Vimos executores, mas a mando de quem?? A ninguém pode escapar que em política ingênua, nosso governo não fez por esconder a alegria e ventura do sucesso alcançado na descoberta, mediação ou avaliação, da reserva do nosso patrimônio de petróleo localizado no pré-sal. Em parte a ação teve o escopo de dar rumo aos efeitos e de se ter endereçado a cobrir a maior carência da sociedade -EDUCAÇÃO e SAÚDE.  Por essa causa não se escondeu ao exterior e principalmente aos EUA o tesouro que surgia em nossa águas e que se prestaria a um engrandecimento de nossos meios de forma nunca antes pensada. a nos alçar como potência como deveríamos vir a ser - como uma grande Noruega que dá aos seus cidadãos os melhores índices de qualidade de vida com a exploração desse combustível. Claro que sem essa reserva dobre nossa riqueza, a cupidez internacional despertou. E como! Os magnatas de todas as petrolíferas que já compravam os Serra e FHC se avivaram ao medir o tamanho da reserva. Sabendo da venalidade de políticos e togados e já com a experiência da adesão de fardados que se prestaram ao golpe daquele ano mediante dólares entregues via 'fiesp,' como depois se provou... viram que o montante do butim era convincente. Se era por dinheiro de sua fabricação.por que se pensar em invasão que pega mal no mundo diplomático? Muito mais fácil e mais barato resolver sob a fórmula de "perdas e danos"usada em tribunais... que já era da sabedoria e prática dos prestadores de serviço a serem chamados -os togados... A título de experimentação convocaram um  juiz do Paraná para ouvir o plano e mediante isso teria cobertura de toda a casta togada que já estaria sob custódia de dólares. DITO E FEITO. O golpe foi pago.Bem pago. E os frutos decorrentes viriam a seguir. Seis prepostos mercenários cuidariam de colocar um fantoche 'pró-forma' que receberia e cumpriria as instruções para passar às mãos que indicariam as propriedade que escolhessem. Poriam países inimagináveis para 'laranjas' e que receberiam os bens como se fosse contrato de gaveta - Noruega, França ou outros seriam os primeiros. Se necessário, aí sim revelariam o jogo. No momento, com eleições preocupações com guerras outras ficariam de lado e a fiesp junto com a mídia ficariam como olheiros e se houvesse algum tropeço no roteiro mandariam as próprias forças armadas assumiram em seu nome tudo! Como em 1964. E sempre teriam uma força-tarefa como a daquele ano para as prestigiar sendo considerável até lhe dar aumento salarial- como foi feito antes. Aos julgadores que ora podem apreciar todos os detalhes do crime e mandante resta dar seus votos de condenação ou absolvição. De brasileiros ou de capachos...

    por Maria Fernanda Arruda, escritora e ativista digital