quarta-feira, 24 de maio de 2017

nnn Vio Mundo

Macron brasileiro
Um típico metrossexual. Com unhas e cabelos pintados. Sua roupa,sempre de grife famosa acompanhada de um caschmere amarrado à cintura feito saiote ...mas em Paris viu que o estilo era outro e passou a fixá-lo sobre os ombros. Sem dotes intelectuais nem morais se viu perdido socialmente, mas logo vislumbrou caminho em que se encaixava. Sabia, pelos umbrais da vida os meios mais fáceis de se ter sucesso em relações públicas e fez sua opção. Seria promotor, agenciador, gestor de eventos. Viu nesse campo que poderia ir longe. Passou a programar fins de semana em 'resorts' com patrocínio de empresas interessadas em dar mimos a togados e deputados e outros enfarpelados. Era mais do que uma mina descoberta. Tais encontros tinham o encanto de uma 'boca livre' e dava vazão oportuna para mais realizações. Em alguns casos: rolava swing ou suruba, explícita ou velada. A embriaguez dos participantes filtrava muitos segredos e cada segredo era como moeda forte ou joia a ser guardado em sua caixa de Pandora. E, com sua natureza social ganhava confidências de senhoras e fêmeas curiosas. Dos elementos masculinos, apreciava suas bravatas e fraquezas, suas proezas e broxadas. Isso o guindou a confidente e muito aceito, como se fosse um cabeleireiro que tudo ouve enquanto trabalha. E tinha uma virtude elogiada em geral, se houvesse assimetria entre homens e mulheres em encontros lascivos ele poderia preencher qualquer dos lados. Tudo era bom, mas o patrimônio maior era sim a posse dos segredos. Com essa joia em seu cofre era senhor nos foruns, nos palácios de governo, casas legislativas. Ninguém ousaria denegri-lo ou humilhá-lo: passava de montaria à cavaleiro-jockey. Tinha convites a todos os eventos e, mais, candidatos cativos aos que programasse em seu 'metier'... Seu prestígio deu-lhe outras metas. Por que não a política? Se era igual aos que lhe faziam sala, se os tinha nas mãos por conta de seus segredos (bem guardados), era só querer! Dinheiro? Isso ele sabia de sobra de onde todos tiravam e sabia que os mesmos iriam se prestar a atendê-lo! Afinal quem tinha a caixa de Pandora poderia em qualquer momento ameaçar e, se preciso, até abri-la. Realizou-se ! Subiu aos céus puxado por cavalariços montando caros veículos oficiais com direito a picolés e apoiado por cordões de editores da mídia que dominavam. Fez de suas almas ,sua maior arma. Terá oportunidade de se fantasiar de soldadinho, de bombeiro, de homem ou do que lhe aprouver. Os risinhos da sua turma podem acontecer, mas virarão as cabeças para o lado fingindo que não riem. Dos pobres não tem o que temer, quem tem a força sabe que não encontra resistência. Pode até derrubar casas ou pôr fogo em pessoas. Terá no máximo criticas de forma apócrifa, anônima, de procuradores ou policiais, já se sente como novo He-man...
Sabe pouco do SER humano. Menos ainda que a dependência química É uma DOENÇA e que não pode ser omitida,desprezada. Tampouco descartada como lixo.
Ela mata ,desmoralizando.
 GGN

DO 'COXINISMO' E ADJACÊNCIAS 

Nossa sociedade em sua ânsia de seguir cultura alheia e se portar como boy ou girl em sacadas gourmet, está dando um espetáculo incrível  para um romance de estudo de decadência social. Se preza mais um quadro com certificado de conclusão de cursinho escolar do que conhecimento. O dito título de doutor já amesquinhado pelo judiciário, que o adotou ás suas funções ao arrepio da verdade está passando a ser insultuoso a quem é chamado por ele já que tem mais ironia do que respeito. Vulgarizando-se isso se fotografa a verdade - são todos doutores de fancaria. De 'facto' de que adianta um ou outro, que inclusive tenha obtido tal título dentro das regras, se ao se manifestar mostra incrível obtusidade? Se acabamos de ver a vedete dos juízes falar QUERER, quando deveria dizer 'quiser'...ou seu parceiro usar verbo intervir com flexão INTERVIU? Sendo ambos tri-formados, como eram os generais triplo-coroados e que prestavam continência aos majorengos dos EUA...que valor tem a bagagem que esconde imbecis?
 O uso do idioma tem de ser visto como o código que dá legitimidade e nacionalidade ao cidadão. Aqui os que gostam de ser chamados de excelência preferem arranhar ou falar um inglês macarrônico e acabam por esquecer o pouco que sabiam do vernáculo pátrio. Expressam-se, conscientes de sua ignorância, por meio de 'ghost writer' sob pacto de segredo, não é, FHC? Ou ouvem mandar seu auxiliar de juiz pesar a mão nas sentenças que assinarão. A pantomima ainda está em ritmo crescente. Vai ao paroxismo de pessoas públicas armarem uma casamata de advogados  e amedrontarem quem os criticar pela covardia dos que fogem de um embate. Parecem com o valentes que na hora da briga saem com a desculpa - não brigo com você por que minha mãe não deixa, ou porque agora estou de óculos... Mas se cercados de meganhas são 'valientes' como o corpo de magistrados que entraram no forum de Curitiba para interrogar Lula. Que terá havido para que nossa evolução social produzisse essa fauna de lesmas morais?